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Cidadãos novamente a lutar pela revogação da lei do aborto.

Uma nova petição: clique aqui ou na imagem em baixo para aceder.


Petição para alterar a actual lei do aborto

Bem-hajam aqueles que persistem no bem.

«Em certa cidade, havia um juiz que não temia a Deus nem respeitava os homens. Naquela cidade vivia também uma viúva que ia ter com ele e lhe dizia: ‘Faz-me justiça contra o meu adversário.’ Durante muito tempo, o juiz recusou-se a atendê-la; mas, um dia, disse consigo: ‘Embora eu não tema a Deus nem respeite os homens, contudo, já que esta viúva me incomoda, vou fazer-lhe justiça, para que me deixe de vez e não volte a importunar-me.’»
Lucas 18, 2-5

Não há causa maior que a da Vida.

A palavra natal (do latim natalis) significa precisamente nascer.

Nascer

O Natal é a celebração do nascimento de um menino que viria a chamar-se Jesus. Um nascimento improvável, quase impossível… A mãe, Maria, engravidou fora do casamento – razão que hoje facilmente se invoca para justificar o aborto. Na hora de nascer, o único lugar possível era um estábulo, na companhia dos animais. O Homem que mudou o mundo e a História teria agora, à luz dos modernos “princípios humanitários”, muita dificuldade em nascer assim – pelo menos sem a intervenção sobrenatural do Seu divino Pai.

Neste Natal vamos lutar para que fazer um aborto não seja um facto sem importância, equiparável a ir ao dentista extrair um dente, por exemplo.

A petição seguinte precisa da sua assinatura para poder ser levada ao Parlamento. (clique na imagem)

Pela Vida

Por favor, assine-a já hoje e ajude na sua divulgação conforme puder.

Haverá, certamente, 4000 boas almas que querem participar nesta causa.

 

Vamos fazer de 2009 o ano da luta pela Vida.

Sem o direito de viver, nada faz sentido. De que serviria tudo o que foi construído, todo o humano esforço, todo o saber e todo o avanço civilizacional, se não pudéssemos sequer ter podido nascer?

Usem-se os argumentos que se usarem, façam-se as leis que se fizerem, matar um ser indefeso e dependente de nós é, foi e será sempre uma crueldade. Autorizar a morte dos bebés em gestação através de uma lei não passa da ampliação, a uma escala nunca vista, do decreto de Herodes para a matança dos inocentes há 2000 anos atrás.