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O ‘amplo consenso político nacional’ e

Incompatíveis anjos e demónios.e a escola de demónios.

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Merkel e Barroso exigem “consenso nacional” já
25 Março 2011, Eva  Gaspar, Negócios

Vão à Merkel!
25 Março2011, Camilo Lourenço, Negócios
… A senhora Merkel avisou PSD e PS (o CDS também não vai escapar) que ajudar Portugal antes de haver novo Governo só se… os partidos da governação chegarem a consenso quanto ao receituário básico (Durão Barroso disse a mesma coisa, com palavras diferentes). …

O complemento perfeito para a série de textos anterior

intitulada Uma nova cultura de ensinar e aprender (1), (2) e (3).

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Parson Weems’ Fable de Grant Wood - ilustraçãoA educação pública exerce enorme pressão sobre alunos e professores. É preciso que todos se conformem, que todos organizem o seu dia em unidades padronizadas de tempo e delimitadas pelo toque da campainha. À semelhança de uma unidade fabril, os operários picam o ponto ao som de um ruído agudo que percorre corredores e corações. … O sistema educativo precisa de ser transformado, os bons professores, que vêem a sua criatividade suprimida todos os dias, começam a abandonar o sistema. … A uniformização da educação destrói qualquer sistema com múltiplas e ineficazes reformas. … Perguntemos a qualquer adolescente o que aprendeu nas mais diversas disciplinas de um currículo sobrecarregado de informação … e a resposta será rápida: nada do que se passa nas aulas é estimulante. … Os professores precisam de ensinar aquilo que os alunos precisam de aprender, aquilo que cada um deles tem dentro, o currículo que se enquadra na essência de um grupo de gente que se senta para ouvir, falar e agir. O verdadeiro poder desta abordagem passaria por uma profunda transformação de todo o sistema educativo, por um profundo questionamento do que se entende por inteligência e por uma urgente reflexão sobre a importância da criatividade. … Enquanto os programas, desadequados da realidade, forem imposição sem critério, todo o sistema ruirá, porque não há inteligência que sobreviva a tanta mediocridade.
(transcrições parciais do texto A escola está a morrer da autoria de Luísa, publicado aqui)

Uma nova cultura de ensinar e aprender.(3)

Continuado daqui (1) e daqui (2).
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Quero supor que este artigo, colocado pelo Paulo de forma discreta, seja uma reacção – quiçá mesmo, uma bem intencionada tentativa de iniciar uma discussão? – ao 2.º postal desta série sobre a cultura do aprender e do ensinar que vem sendo publicada aqui no Jardim.
Julgo que este 3.º e último postal responderá, de certa forma, a algumas das questões levantadas pelo autor do artigo em referência, Salvador de Sousa, professor – e não ex-professor como ele diz, porque não se deixa de ser professor quando se deixa de leccionar: ou se é, sempre, ou nunca se foi.
Cá vai a 3.ª e última parte.
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15. Toda a aprendizagem é (deve ser) orientada por objectivos e não por unidades lectivas (tempos).
Isto não significa, de modo algum, que a estruturação da distribuição e dos períodos destinados às diversas actividades dentro da Escola não tenha que ser feita – senão será o caos. O que se critica aqui fica bem ilustrado, por exemplo, pelo professor(a) que logo na 1.ª aula, mesmo sem conhecer uma turma (e a sua velocidade de progressão na aprendizagem), marca os testes para todo o ano lectivo.
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16. Por outro lado, nenhum professor pode/deve ser responsabilizado pela não aprendizagem de algum ou alguns dos seus alunos.
Ninguém pode obrigar outra pessoa a aprender. O processo de aprendizagem livre (não coerciva) é auto-motivado, isto é, depende da vontade de quem aprende – querer aprender.

17. A aprendizagem em grupos (turmas) estruturada por tempos lectivos parte forçosamente do pressuposto que todos os membros do grupo podem aprender à mesma velocidade – o que é falso.
Uma forma de ultrapassar esta questão é tentar que os indivíduos funcionem mesmo em grupo – trabalhando em conjunto, auxiliando-se mutuamente. No entanto, isto é agora praticamente impossível de fazer em meio escolar, porque os actuais sistemas de avaliação académica promovem o individualismo e a competição pela (falsa) certificação, em si mesma e não como corolário do saber ou da competência.
(Sim, isto tem muito de política: é o resultado de uma sociedade “de tendência igualitária” que não premeia a competência e, principalmente, não castiga a incompetência… E, sim, estou mesmo a pensar nesses em que você está a pensar também.)
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18. Os actuais sistemas de avaliação/certificação (como diz, e muito bem, o autor do vídeo em baixo) só promovem a desonestidade no processo de aprendizagem e favorecem os desonestos nas provas.
Um dos pressupostos mais nefastos da cultura educativa portuguesa é o de que não é permitido falhar. Quem erra cria para si, da parte dos outros, um estigma de incapaz. Ora, não é possível aprender, de facto, sem errar – tal como é referido já no ponto 13. do postal anterior a este.

19. Uma nova cultura de ensinar e aprender não começa na Escola (toda a gente já sabia esta, não é?). Começa em casa, no trabalho, nas férias… qualquer lugar serve para aprender àquele que o deseja.
Aprender começa por ser uma opção e torna-se depois uma “adicção” (do inglês addiction – vício, dependência). Como diz o autor do vídeo, o conhecimento não é como um hamburguer: quando se partilha, não só não se fica com menos, como muito provavelmente acaba por se ficar com mais.

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Nota: O facto de ninguém estar disponível neste momento (ou neste lugar, ou neste contexto, ou…) para discutir este assunto não impede que ele tenha que ser discutido, mais cedo ou mais tarde. Share what you know, diz o autor do vídeo mesmo no final. I’ve shared: now it’s your turn… 😉

Uma nova cultura de ensinar e aprender.(2)

Esta foi a resposta de Paulo Guinote ao 1.º postal desta série sobre a temática dos métodos educativos (que ele próprio solicitava antes):
Lamento não ter percebido bem a profundeza do seu post…
Quanto ao “tom”, enfim, já estou habituado.
e já agora, não pedi nada… muito menos um professor coreano a dizer como se fazem coisas num país que não decreta licenciaturas ao domingo.
Que na Coreia há ética no trabalho educativo e não é preciso uma resma de despachos e portarias, eu sei.

(Paulo Guinote Diz: Dezembro 6, 2010 at 9:06 pm)
Não parece muito satisfeito, pois não? O registo leva a crer, também, que leu em diagonal e logo concluíu… sobre o que lá não diz.
Confesso que fiquei um bocadinho decepcionado, não tanto com a animosidade subjacente ao texto do Paulo, mas com a absoluta ausência de discussão em torno do tema – tema esse que o próprio afirmava pretender discutir. Enfim, também é uma metodologia… embora me pareça um bocadinho má-educação ignorar o assunto da conversa de quem se nos dirige. Não?
Talvez insistindo, quiçá…?
Cá vai a 2ª parte.
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9. A actual cultura escolar promove a passividade de alunos e professores: espera-se que os professores digam tudo do alto da sua autoridade e que os alunos fiquem para ali sentados a ouvir, aceitando sem questionar.
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10. Todos os professores sabem que, quanto menos os alunos perceberem o que eles dizem, menos questões lhes colocam – menos tempo e esforço dispendidos. Os alunos, por sua vez, sabem que quanto menos questionarem, menos esforço fazem e menos hipóteses haverá de criarem problemas com os professores.

11. A cultura escolar de hoje (e não só a escolar!) premeia quem percorre o caminho fácil, memorizando sem questionar e sem experimentar. Muitas, muitas, disciplinas sem qualquer valor científico a ocupar muito, muito, tempo, para que as crianças e os jovens fiquem muitas, muitas, horas dentro da escola e deixem os paizinhos em paz e sossego durante muito, muito, tempo.

12. A verdadeira motivação para aprender é… saber, não é ter boas notas em testes. Ninguém sabe verdadeiramente seja o que for antes de experimentar – das gramáticas às matemáticas.

13. Experimentar significa falhar, e falhar, e falhar, até acertar. Acertar é dominar um saber, não papagueá-lo de memória.

14. Aprender e ensinar são actividades que exigem muito esforço, vontade e persistência. Ninguém aprende realmente coisa alguma de forma passiva.

Uma nova cultura de ensinar e aprender.(1)

Argumentar, ou somente opinar, sobre métodos de ensino com um Doutor em História da Educação não parece ser coisa muito inteligente.
A não ser que… a abordagem pudesse ser feita, não no restrito do pedagógico, mas no alargado do cultural – em cujo âmbito qualquer um pode dizer, hoje em dia, qualquer barbaridade de forma politicamente correcta. É neste pressuposto que, do alto da minha quase ignorância das ditas ciências da Educação, me abalanço a dar o meu, forçosamente modesto, contributo para esta discussão, parcamente fundamentado nos vídeos de um norte-americano asiático (espero que esta seja a forma aceitável de dizer que o tipo é coreano) doutorado em Física, que não apresenta qualquer credibilidade postural.

Cá vai a 1ª parte.

1. Chega de reformas do sistema: o que é preciso é construir uma nova cultura de ensino e aprendizagem.

2. A escola actual é uma porcaria: não serve para aprender.

3. O processo aprender-ensinar depende do estabelecimento de uma relação pessoal entre quem aprende e quem ensina.

4. Para aprender, é preciso estar interessado.

5. Para ensinar bem é preciso saber muito sobre o que se ensina (e não muito sobre o ensinar em si mesmo).

6. As escolas não podem hoje contratar bons professores: o sistema obriga à contratação de pessoas certificadas mas não qualificadas.

7. Os bons professores despertam o interesse dos alunos: são competentes, empenhados, entusiatas, e não têm tempo para se preocupar com as suas carreiras – a prazo, são excluídos do sistema.

8. O interesse por aprender depende da existência de bons professores e não de novos edifícios, computadores ou quadros interactivos.

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A nova ordem económica: capitalismo de Estado ou socialismo de mercado?

Socialismo capitalistaTal como expresso aqui mesmo há apenas 3 dias como manifesta certeza, o “negócius interruptus” entre a Telefonica e a PT tem que ver com a tomada da Oi pela Vivo.

Fusão da PT e Oi é saída para negócio da venda da Vivo
Filipe Alves e António Costa, 03/07/10, Diário Económico

Resurrection/Ressurreição.

“Mas dir-se-á: Como ressuscitam os mortos? Com que corpo regressam? Insensato! O que semeias não volta à vida, se primeiro não morrer. E o que semeias não é o corpo que há-de vir, mas um simples grão, por exemplo, de trigo ou de qualquer outra espécie.” (1 Coríntios 15, 35-37)
“But some man will say, How are the dead raised up? and with what body do they come? Thou fool, that which thou sowest is not quickened, except it die: And that which thou sowest, thou sowest not that body that shall be, but bare grain, it may chance of wheat, or of some other grain:” (1 Corinthians 15, 35-37)
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“Dito isto, bradou com voz forte: «Lázaro, vem cá para fora!». O que estava morto saiu…” (João 11, 43)
“And when he thus had spoken, he cried with a loud voice, Lazarus, come forth. And he that was dead came forth, …” (John 11, 43-44)
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Purified (Purificado).

How can it be that every time
I’ve lost myself and I’ve gone out of line
You’re there
And why is it that when I’m such a wreck
I look at the life that I want to forget
You remind me I’m okay

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[chorus]
You make me feel alive
You make me feel like I
Have something to believe in
Something that feels right
When I need a hand
You give me something to believe in
I’m purified
I’m Purified

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How can you tell when I’m on the edge
My heart’s unrefined and about to give in
You see right through my flaws
And how do you know when nothing is clear
The right things to say so I can heal
And face another day
I hope you never go away

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[chorus]
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[bridge]
The first ray of light after the storm
When all my limits return to norm
So many pieces, now just one
I feel like life has just begun

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[chorus]
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O novo paradoxo macro económico.(2)

(…) Desta perspectiva, o mais recente aumento do apetite pelo risco demonstrado pelos investidores indica que a liquidez está a desempenhar um papel mais importante na determinação dos preços à medida que os investidores se transferem de depósitos para activos de risco mais elevado, à procura de maior retorno. (…)
As autoridades foram bem claras: é muito cedo para por um fim ao período do dinheiro fácil.
Os principais riscos? Por um lado, a recuperação em “W” – que está na base da previsão central da Schroders – pode levar ao arrefecimento dos activos de risco já que faria regressar os receios de um período prolongado de baixo crescimento como aconteceu no Japão. Por outro, existe o perigo de uma bolha nos mercados financeiros, uma vez que as taxas de juros tão baixas forçam um número crescente de investidores a sair de depósitos para opções mais rentáveis. (…)

(Banco central e economia real criam risco de bolha, 05/10/09, OJE/Schroders)

O preço do petróleo está a subir pelo terceiro dia consecutivo depois de um relatório da indústria ter demonstrado uma descida dos stocks de combustíveis e crude nos EUA, o maior consumidor a nível mundial.
O petróleo ultrapassou a barreira dos 71 dólares por barril depois do Instituto Americano do Petróleo ter indicado que as reservas de «fuel» caíram 2,91 milhões de barris na semana passada, enquanto as de crude recuaram 254 mil barris. (…)

(Petróleo sobe pela 3ª sessão consecutiva, TVI24 – Redacção/MD, 07-10-2009)

Depois não venham os socialistas e quejandos dizer que a culpa é do capitalismo, ou dos mercados (ou outra coisa qualquer, que não o seu próprio ordoliberalismo) e que não se podia prever – ou que ninguém os avisou e voltou a avisar.

Uma nova campanha do trigo, socialista e pós-moderna?

Os homens inteligentes aprendem com os erros passados; os estúpidos repetem-nos.

 

Tese:

A propósito de inteligência e da falta dela: lamento ter que desiludir os defensores do (dito) plano tecnológico nacional, mas a verdade – nua e crua – é que os computadores nunca substituirão a inteligência. Um estúpido com um computador, continua a ser um estúpido… agora com uma ferramenta que lhe abre novas oportunidades de demonstrar a sua estupidez.

 

 

Sofisma:

Ministro vai apresentar projecto para combater crise dos cereais

24 Setembro, 2007 – 16:11

O ministro da Agricultura, Jaime Silva, mostrou-se, esta segunda-feira, preocupado com o aumento do preço dos cereais, pelo que, para fazer face à crise no sector, adiantou que vai propor à Comissão Europeia (CE) a utilização, durante um ano, das terras em pousio. A Associação do Comércio e Indústria da Panificação já anunciou que o pão vai voltar a subir, este ano, entre os 8% e os 10%.

…”

 

 

Prolepse:

Campanha do Trigo

Registo inserido e validado por: Direcção Regional de Cultura do Algarve

 

Para incentivar o cultivo do trigo o Estado Português lançou esta campanha, através da qual atribuía uma série de regalias a quem o cultivasse. No Algarve esta traduziu-se por um aproveitamento dos terrenos da zona serrana, até aí incultos. As consequências desta campanha levaram a um intenso aproveitamento agrícola dos terrenos pobres. Abandonou-se quase por completo o tradicional sistema de rotação de culturas, deixando de se cumprir os prazos mínimos de pousio. Isto provocou um esgotamento dos solos.

Data inicial: 1928

Data final: 1934”

 

 

 

O Estado Novo

A Campanha do Trigo, iniciada em 1929, com os objectivos de garantir o auto-abastecimento e de “dignificar a indústria agrícola como a mais nobre e a mais importante de todas as indústrias e como primeiro factor de prosperidade económica da Nação”. Esta campanha consistiu em demonstrações técnicas do uso de adubos, assistência aos agricultores, escolha das sementes e organização de parques de material agrícola. Foi criado um subsídio de arroteia destinado a por em cultivo com trigo terrenos incultos e vinhas, bem como a garantia de aquisição da produção a preço tabelado. Embora se tenha conseguido aumentos da produção e até excedentes no ano favorável de 1932, a Campanha de Trigo é responsável pela acentuada erosão de muitos solos de encosta do nosso país. Refira-se que os acréscimos de produção foram conseguidos principalmente à custa do aumento da área cultivada e não do rendimento.

…”

(ALMEIDA, Domingos P. F. de, Evolução Histórica da Agricultura, Apontamentos de História em http://www.dalmeida.com, Agosto 2002)

Alentejo

“junho 23, 2004

ALENTEJO

GEOGRAFIA E HISTÓRIA

Na primeira metade do século passado, a imagem (mito) do Alentejo como celeiro do país consolida-se, justificando o crescimento populacional e o progressivo avanço dos campos cultivados sobre a charneca. Inspirado noutros exemplos europeus (caso de Itália), o Estado Novo retomará o mesmo rumo, lançando a partir de 1929, a Campanha do Trigo.

Embora breve – em 1937 o esforço está já terminado, sucumbindo às dificuldades de colocação externa do produto e ao rápido esgotamento dos solos mais pobres -, a Campanha do Trigo resultará num aumento ainda mais significativo das áreas cultivadas, ao mesmo tempo que revela a prazo, os limites (esgotamento) da imagem da superabundância que servia secularmente para caracterizar a região.

Invadidos pelo trigo, as regiões de solos delgados e xistosos depressa mostraram que a sua vocação não era cerealífera (vejam-se as terras da “região” campaniça). À Campanha do Trigo sucedeu, nos anos 60, outra tentativa política para, de novo, salvar, de fora, o Alentejo. Pretendia-se, como antes, reforçar a sua produção agrícola. Desta vez já não se tratava de estender a cultura tradicional do trigo, mas de substituir a cultura extensiva de sequeiro pela intensiva de regadio, ou seja, de implantar no Alentejo formas de produção que lhe eram quase completamente alheias (digo alheias, porque não houve desgraçadamente qualquer plano de formação ou de ajudas/financiamentos). Não através de obras pequenas, ao alcance de todos os agricultores, mas através de grandes empreendimentos financiados e executados pelos organismos estatais, o que implicava a sua utilização sobretudo por grandes empresas e escassas cooperativas.

Uma vez mais o Alentejo (será) seria o fornecedor explorado e não o beneficiário. O fim da Campanha do Trigo e as tentativas de regadio foram, aliás, suficientes para desmentir a vocação essencialmente cerealífera da economia Alentejana, mantida pelo Estado Novo e, até depois do 25 de Abril, tentada de certa forma, pela Reforma Agrária. Tivemos que esperar pela integração no espaço económico comunitário para se assistir à crise/falência total e aberta do sistema. Que Futuro?

…”

(Posted by dj_ac at 11:39 PM | http://albardeiro.blogs.sapo.pt/arquivo/2004_06.html)

 

 

Dedução (argumentum ad judicium):

A incompetência, a ignorância, o oportunismo, o “economicismo” e a vaidade estultificante dos dirigentes continuam a ser os grandes obstáculos ao verdadeiro desenvolvimento do país.

 

 

 

 

“JUSTIÇA EM PRIMEIRO LUGAR

12. (…) Tudo isso fez com que o Senhor dos exércitos ficasse com grande ira 13. e dissesse: “Como eu chamei e eles não escutaram, agora também eles podem gritar que eu não escutarei. 14. Eu dispersei-os por todas as nações que não conheciam, e atrás deles a terra ficou vazia, sem habitantes. Eles transformaram num deserto esta terra deliciosa“…” (Zacarias 7)