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Change the World / Mudar o Mundo. (1)

(…) Senhor, respondeu Simão, fartámo-nos de trabalhar toda a noite sem conseguirmos apanhar nada. Mas, já que assim o dizes, vamos tentar de novo. (…)
Lucas 5: 1-11

Carta a Gaspar.

Aberta, para que – não dispondo eu de alguém de confiança por quem a enviar – qualquer pessoa a possa levar.

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Senhor ministro Vítor Gaspar,

Dirijo-lhe esta porque o vejo, tal como o governo de que faz parte, tão distante dos cidadãos como estava o famoso general Garcia lá pelas montanhas do Oriente e, tal como ele, encurralado na escolha entre lutar só contra os interesses instalados ou colaborar com a potência federal.

Não tem a presente como objectivo censurar a sua governação, apesar dos seus reconhecidamente medíocres resultados, mas oferecer-lhe ajuda, pois quero acreditar nas suas boas intenções. Também sei perfeitamente que, muito provavelmente, tenderá a não levar a sério a minha oferta, o que será um erro. Mas, também nisto, o aceitar ou não é escolha sua e nada mais há que eu possa fazer, na minha insignificância, para além de oferecer e garantir que a oferta é feita com séria intenção.

Coloco-me, pois, à sua disposição para lhe propor uma inversão da actual espiral recessiva com apenas três medidas, a saber:
– Uma que trará resultados imediatos no relançamento da Economia;
– Outra, que equilibrará rapidamente as contas da Segurança Social;
– Outra ainda, que fará o refinanciamento imediato do erário público.

Nenhuma dessas medidas prevê aumento de impostos ou novos impostos sobre os cidadãos, mais confiscos de parcelas salariais, quebras contratuais nas PPP, taxas sobre capitais ou outras medidas de financiamento com efeitos negativos para o relançamento da actividade económica. Antes pelo contrário.

Gostaria de deixar muito claro que não me dirijo a si em representação de alguém, para além de mim mesmo e de Deus, que não me movem quaisquer interesses comerciais, corporativos ou ideológicos, e que não pretendo posições de poder, influência ou enriquecimento fácil.  Mas, também, que não darei conhecimento das medidas deste quadro de acção gratuitamente, que elas terão um custo, pois não seria de modo algum justo indicar caminhos capazes de resgatar um país sem qualquer compensação.

Por último, quero ainda deixar bem claro que não aceitarei falar com intermediários, qualquer que seja a sua posição no governo ou fora dele, mas apenas com o senhor ministro Vitor Gaspar, em pessoa. Para me fazer saber da sua disponibilidade use, por favor, o e-mail que consta da minha breve descrição pessoal neste blogue onde publico a carta. Fico ao dispor.

Os melhores cumprimentos.

12 de Março: para isto mudar é preciso lá estar.

Todas as imagens têm linques com informações importantes sobre a manifestação: convocatória, manifesto, fórum para combinar transportes e boleias, autocarros da Associação Académica de Coimbra.
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Isto tem que mudar - 12 de Março vou lá estar.
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Isto tem que mudar - dia 12 vou lá estar (2)
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Isto tem que mudar - dia 12 vou lá estar (3)
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Isto tem que mudar - dia 12 vou lá estar (4)

O péssimo ‘campeonato’ da política em Portugal.

Eleições 2009: A “federação” do “centrão” só gera corrupção.

 

Urna de voto

Imagine que existiam apenas 5 equipas no campeonato nacional da 1ª divisão de futebol: Porto, Sporting, Benfica, Nacional e Braga. O número de encontros diferentes possíveis seria de apenas 10 e o número de total de jogos de apenas 20.

Todos concordam, certamente, que seria um campeonato muito fraquinho.

Mas isso é exactamente o que acontece no “campeonato da 1ª divisão” na política em Portugal, aquele que se joga no Parlamento. São apenas 5 os “clubes”, a saber: PS, PSD, PCP, BE e CDS.

É preciso aumentar o número de “clubes” neste “campeonato” e as razões são fáceis de encontrar:

  1. Aumentar “o número de jogos”, isto é, levar a debate um maior número de assuntos da sociedade civil;

  2. Melhorar a “competitividade do campeonato”, quer dizer, tornar os debates mais diversificados e participados;

  3. Aumentar a “qualidade dos jogos”, ou seja, tornar cada debate mais intenso e renhido;

  4. Ampliar o “esforço de participação dos jogadores”, isto é, fazer com que os senhores deputados – muitos dos quais, actualmente, a única coisa que fazem é picar o ponto, levantar o rabo da cadeira nas votações e receber o ordenado – sejam mesmo obrigados a fazer qualquer coisinha para justificar minimamente o chorudo ordenado que recebem;

  5. Elevar o “número de adeptos do jogo” democrático, o que significa, fazer com que mais cidadãos se sintam representados nos seus interesses;

  6. Levar “mais gente aos estádios”, quer dizer, aumentar o número de observadores interessados no debate democrático das grandes questões da sociedade;

  7. Levar “mais gente à modalidade”, ou seja, fazer crescer o número de participantes no jogo da democracia, criando mais e melhores executantes – com todas as vantagens daí resultantes.

Nem todos têm que, ou querem, ser sócios do Futebol Clube do Porto, do Sporting Clube de Portugal ou do Sport Lisboa e Benfica. E, ainda bem, porque senão não existiriam o Leixões, a Académica, o Vitória de Guimarães, o Marítimo, o Paços de Ferreira, e todos os outros clubes.

Enquanto não estiver instaurado em Portugal um sistema político de real e verdadeira representatividade democrática, a única forma de os cidadãos terem os seus interesses minimamente representados e defendidos, nesta democracia dita representativa e não nominal à portuguesa, é usarem os seus votos para fazer eleger o maior número possível de deputados de pequenos partidos, cujo programa se situe o mais próximo possível da sua conveniência – com a garantia acrescida que estes deputados vão mesmo trabalhar e, mais importante ainda, criar as ondas de choque que obrigarão os outros a trabalhar também.

São vários os pequenos partidos a que os eleitores podem dar o seu voto. Vale a pena procurar saber o que defendem, o que se propõem fazer se tiverem deputados eleitos.

Por exemplo ( e isto são apenas exemplos e não são de modo algum recomendações), um cidadão (ou cidadã) que considere o mérito pessoal como valor social mais importante, deve votar MMS – Movimento Mérito e Sociedade. Ou, uma cidadã (ou cidadão) que acredite ser o colectivismo do operariado como a acção política mais necessária, deve votar POUS – Partido Operário de Unidade Socialista.

Fica aqui uma lista (por ordem alfabética) de alguns desses pequenos partidos, sempre que possível com indicação do endereço da respectivo sítio na internet. Vale a pena dar um olhada nos seus programas e nas suas intenções.

 

 

 

Os eleitores podem (e devem) mudar este “mau campeonato” com o seu voto.

O verdadeiro poder está nas mãos dos cidadãos eleitores.

Vamos por os políticos a trabalhar e a servir.

Chega de senhores e de cobradores.

 

Para evitar gastos com coisas destas em tempo de crise:

Pedido de desculpas

São as ideias simples que mudam o mundo para melhor

e não as acções dos poderosos e dos políticos corruptos que os servem.

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Espalhe esta ideia: Democracia Directa- Visão Cristã

divulgando este endereço: http://democratadirecto.wordpress.com

utilizando esta imagem:

Logo do projecto Democracia Directa - Visão Cristão

e, se dispuser de tempo e vontade para o fazer e se sentir identificado com os princípios e objectivos, participe com as suas próprias ideias.

Todas as pessoas de boa vontade são bem vindas.

Os cidadãos têm que tomar em suas mãos aquilo que é seu por direito numa democracia: o poder de decidir sobre a forma de funcionamento do seu país e a sua forma de estar no mundo.

MayDay, MayDay, é preciso limpar Portugal:

da hipocrisia, do oportunismo, da mentira, da exploração e de todas as porcarias afins.

É inegável que existe liberdade de expressão em Portugal. Pelo menos alguns dizem tudo o que lhes vem à cabeça.

Portugal é mesmo uma terra de oportunidades. Pelo menos alguns fazem tudo o que querem e sobra-lhes tempo para mais.

Em ambos os casos, basta que se faça parte da oligarquia política que detém o poder…

“Vitalino Canas, vice-presidente da bancada parlamentar socialista, afirmou esta quinta-feira que «caricaturistas irresponsáveis e fundamentalistas violentos estão bem uns para os outros».” (TSF Online, Caricaturistas e radicais «bem uns para os outros», 22:01/09 de Fevereiro 06)

“O porta-voz do PS defendeu hoje que as alterações à Lei Geral Tributária que possibilitam o levantamento do sigilo bancário aos contribuintes que reclamem de decisões do fisco conciliam os direitos dos cidadãos e o interesse público.” (Diário Digital, PS diz que alterações à Lei Geral Tributária são equilibradas, 30-07-2007 18:41:00)

“Vitalino Canas diz que a ministra (da Educação) tem feito bom trabalho, tendo “mostrado muita determinação, muita coragem e espírito de serviço público de defesa da escola púbica”, considera.” (RR Renascença, Informação, Vitalino Canas defende ministra, 28-02-2008 11:59)

“O porta-voz socialista Vitalino Canas disse ontem que “todos os objectivos” a que o Governo e o partido se propuseram foram alcançados, recusando no balanço de três anos de governação, “perder tempo” com o que se fez mal.” (TV Net, “Todos os objectivos do PS foram alcançados”, 2008-03-12 11:46 GMT)

É necessário mudar este ominoso presente para que haja um futuro melhor. É preciso fazê-lo pacificamente da única maneira possível para o povo (os pobres, os sem poder): ir para a rua exigir a mudança numa mega-manifestação, a maior manifestação que os instalados alguma vez terão visto.

É indispensável a participação de todos. Todos ao May Day no dia 1 de Maio. Informem-se agora mesmo.

Tomem a iniciativa sobre a Vossa própria vida, não deixem que Vos determinem um futuro sem Futuro. Venham fazer História, porque é assim que os humildes podem fazê-la e foi assim que sempre a fizeram.