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A minha homenagem a / My tribute to Nelson Mandela

Today I join millions of others to mark December 5, 2013 as the date when the World has lost the physical presence of one of his greatest, Nelson Mandela, in order to, I believe, increase the power of his spirit of reconciliation and peace among all people. / Hoje junto-me a milhões de outros para marcar o 5 de Dezembro de 2013 como a data em que o mundo perdeu a presença física de um dos seus maiores, Nelson Mandela, por forma a, acredito eu, aumentar o poder do seu espírito de reconciliação e paz entre todas as pessoas.

Acho que ele, Mandela, iria gostar desta música, The Final Emotion, e das palavras do seu autor, Phil Sawyer, a propósito da edição do album Beautiful World, do qual faz parte: “I believe the only way to stop this madness is a change, a revolution if you will, in the hearts of all human beings.”

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All Saints’ Day (followed by All Souls’ Day).

Dia de Todos- os-Santos (seguido do Dia dos Fiéis Defuntos).

Não quero, irmãos, que ignorem o que se passa com os crentes que já dormem o seu último sono, para que não caiam na tristeza, como o resto das gentes que vivem sem esperança
Porque se cremos que Jesus, depois de morrer, ressuscitou, também devemos crer que todos aqueles que morreram, fiéis a Jesus, Deus os tornará a trazer à vida, na companhia de Jesus.
Tessalonicenses/Thessalonians 4: 13-14

Where the domain of finance is

The Economist:
European economy guide – Polarised prospects, May 10th 2012
The euro crisis – The Greek run, May 19th 2012
Europe’s biggest fear – A run they cannot stop, May 25th 2012

Justice not found – Portucale.

Todos os arguidos do processo Portucale absolvidos
12 Abril 2012 | 11:27
Jornal de Negócios  com Lusa

Christus Vincit.

A minha amargura converteu-se em paz, quando preservaste a minha vida do túmulo vazio; lançaste para trás de ti todos os meus pecados. O abismo dos mortos não te louvará, nem a morte te celebrará, nem esperam na tua fidelidade os que descem à sepultura. Apenas os vivos te podem louvar como eu te louvo agora. O pai dará a conhecer aos seus filhos a tua fidelidade. Senhor, salva-me e tocaremos as nossas harpas todos os dias da nossa vida, na casa do Senhor.»
Isaías 38: 17-20

Fisco não se deixa enganar por cegos com declarações médicas anteriores a 2009.*

Esta abantesma, com o aval destoutra inenarrável criatura, criou este monstro. É claro que o mal existe, meu caro Pedro, tomando formas que não têm nada que ver com as que descreve. O dito monstro é o fautor da destruição da Economia portuguesa. Digo-o sem a mais leve sombra de dúvida. Reparem que digo Economia e não Finanças. Muita gente as confunde mas são bem distintas. Não falo da “crise financeira”, que é global. Falo da crise económica portuguesa, da destruição do tecido produtivo nacional por uma coerção fiscal desenfreada, um abuso de autoridade inaceitável do Estado sobre os cidadãos e as empresas.

Os estudos oficiais apontam para uma Economia “não declarativa” na ordem dos 20 a 25%, mas esta percentagem já terá atingido certamente valores na ordem dos 30 a 35%. Qualquer economista, mesmo daqueles de fala lenta,  vos dirá que assim não há gestão económica pública possível. Para dar uma imagem do que provoca a pressão fiscal em Portugal nos últimos anos, digo-vos que é como um jogo de futebol cujo árbitro vai castigando com expulsão sucessivamente todos os jogadores à medida que vai marcando faltas e mais faltas, na maior parte dos casos inexistentes. Nesta imagem, as equipas já estariam a jogar apenas com 4 ou, no máximo 5, jogadores de cada lado.

Se não prenderem o monstro, se continuar a perseguição fiscal sobre os cidadãos, se não deixarem as pessoas voltar à Economia declarativa, a espiral económica decrescente acentuar-se-á. Continuando a usar a imagem futebolística anterior, se não mudarem o árbitro o campeonato não terá mais jogos porque todos os jogadores estarão castigados – e não havendo jogos não há receitas. Ou melhor, o que acontece não é a suspensão do campeonato, porque isso seria impossível, mas é permitido aos jogadores continuarem a jogar à custa de coimas pesadas para eles (indivíduos) e para os seus clubes (empresas), que se tornam assim escravos da entidade que tem poder executivo e judiciário para estabelecer as penalizações pecuniárias (o fisco).

A Economia de um país não é o resultado da actividade de meia dúzia de grandes empresas operando com o beneplácito do Estado. A Economia (saudável) de um país é fruto da iniciativa, do trabalho, do esforço e da actividade livre de todos e de cada um dos cidadãos, tanto os que têm actividades monetarizáveis, como aqueles que não as tendo suportam os que as têm. Acho espantoso que eminentes economistas em Portugal pareçam não saber estes factos elementares.

*Notícia da Antena 1.

Nota: Já agora, não é preciso ter o dom da profecia para poder afirmar que a abantesma referida no início deste texto vai fazer ao SNS o mesmo que fez anteriormente à Economia nacional. Se o deixarem.

Ameno dori me

em dia de finados.

Lyrics (with possible translation)

Psalm 23 – The Lord is my sheperd.

Salmo 23 – O Senhor é o meu pastor.

Ressuscita-me.

Dedicatória: A música seguinte é especialmente dedicada aos meus irmãos em Cristo Jesus espiritualmente mortos pela sua própria religiosidade.

Sim, o coração deste povo tornou-se endurecido. Taparam os ouvidos  e fecharam os olhos,  não fossem ver com os olhos,  e ouvir com os ouvidos, entender com o coração, converterem-se, e Eu curá-los!
Actos 28: 27

mas, quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão: é réu de pecado eterno.
Mateus 3: 29

Awsome God (Deus maravilhoso).

Olha que Eu estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, Eu entrarei na sua casa e cearei com ele e ele comigo.
Apocalipse 3:20

Behold, I stand at the door, and knock: if any man hear my voice, and open the door, I will come in to him, and will sup with him, and he with me.
Revelation 3:20 (KJV)

Tão poucos Te reconhecerão… (So few will recognize You…)