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Geração à rasca ou nação à rasca?

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Quem está à rasca, tem mesmo que ir!

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12 Março -  cartaz manifestação protesto 'Geração à Rasca'
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Muita informação Na Avenida da Liberdade.

Tudo o que é fácil já está inventado?

Existirão diferenças no esforço e no saber criativo?

Desirable Design

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Poderá isto ser um plágio?

Double Security Systems

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E este? Tenho a certeza de já ter visto um parecido em algum lugar… mas acho que não era desta cor… ai, esta sensação de dejà vu!

Democracia Directa

Os (muitos) processos de Paulo Pedroso.

Será que em Portugal “todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei”?

 

(nº1, artº 13 da C.R.P.)

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Paulo Pedroso foi detido na Assembleia da República a 21 de Maio de 2003. Esteve quatro meses e meio em prisão preventiva. (Correio da Manhã, Queixa de Pedroso Arquivada, 14 Julho 2008 – 21h30)

 

Paulo Pedroso pede uma indemnização de 800 mil euros ao Estado por ter permanecido preso no âmbito do processo Casa Pia. O caso está a ser julgado no Palácio de Justiça de Lisboa. Há decisão em Setembro. (Correio da Manhã, Queixa de Pedroso Arquivada, 14 Julho 2008 – 21h30)

 

De que se queixa Pedroso? Quais são afinal os direitos e deveres dos cidadãos perantes as polícias? (clique na imagem)

Justiça

 

O ex-deputado socialista tinha sido acusado por seis antigos alunos da Casa Pia de ter estado numa casa em Elvas onde, supostamente, teria levado a cabo práticas sexuais com menores. (Público, Processo Casa Pia: DIAP arquiva queixa de Paulo Pedroso, 14.07.2008 – 08h12)

 

O ex-deputado socialista tinha sido acusado de 23 crimes sexuais, mas não foi a julgamento por decisão da juíza de instrução. (Portugal Diário, Casa Pia: Queixa de Pedroso contra as vítimas arquivada, 14-07-2008 – 08:34h)

 

“Os depoimentos prestados incidem sobre a matéria objecto processual daqueles autos – abusos sexuais a ex-alunos da Casa Pia – sendo que tais testemunhos, na sua globalidade, são considerados relevantes do âmbito de tal processo“, lê-se no despacho final do DIAP, a que o CM teve acesso, e no qual os procuradores recordam que as afirmações das vítimas foram proferidas num tribunal em resposta a perguntas de juízes e advogados e não perante terceiros. (Correio da Manhã, Queixa de Pedroso Arquivada, 14 Julho 2008 – 21h30)

 

Como pode a Justiça dizer uma coisa e o seu contrário?

 

O ex-deputado e ex-ministro socialista avançou com processos por difamação a todas as pessoas que apontaram o seu nome no caso de pedofilia. (Correio da Manhã, Queixa de Pedroso Arquivada, 14 Julho 2008 – 21h30)

 

Alguém falsamente acusado que esteja realmente interessado em provar a sua inocência não quererá ser julgado?

Será que alguém pode ser verdadeiramente inocentado não sendo julgado e apresentando queixas e acusações de difamação contra quem o acusa? (clique na imagem)

Lobo com pele de cordeiro

 

A justiça deveria ser igual para todos.

Fiat justitia ruat caelum.

“O falso professor que deu aulas durante 30 anos foi esta quarta-feira condenado pelo Tribunal de Portalegre a 18 meses de prisão, com pena suspensa por igual período, escreve a agência Lusa.
António Raposo, que exerceu funções de presidente do conselho executivo da Escola Cristóvão Falcão, em Portalegre, foi condenado pelo crime de usurpação de funções sendo ainda condenado a pagar as custas judiciais do processo. …” (Portugal Diário, Falso professor condenado a 18 meses de prisão, Redacção / AAS, 09-04-2008 – 18:09h)

Muito bem.

“Sobre o processo cível interposto pelo Ministério Público, que reclama do arguido o pagamento ao Estado de um montante superior a 93 mil euros, sustentando que, “com as suas condutas, usufruiu dos benefícios económicos decorrentes das habilitações que declarou ter, mas que na realidade não possuía”, o tribunal não se pronunciou. …” (Sic Online, Tribunal condena falso professor, Notícias, 09-04-2008 21:50)

Justíssimo. É verdadeiramente inaceitável à luz do Direito deixar impune alguém que “com as suas condutas, usufruiu dos benefícios económicos decorrentes das habilitações que declarou ter, mas que na realidade não possuía”.

Quando é que o Ministério Público pensa encetar o processo contra o sr. engenheiro, digo, licenciado em engenheiria, digo, licenciado em Engenharia Civil, detentor de um MBA, digo, de um Mestrado em Administração de Empresas, digo, frequência do mestrado em gestão de empresas do ISCTE?

Judex damnatur ubi nocens absolvitur [O juiz é condenado quando o criminoso é absolvido] (Publílio Siro)