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Holy, Holy, Holy,

… God in three Persons, blessed Trinity!
(Santo, Santo, Santo, … Deus em três pessoas, santíssima Trindade)

deixai-vos encher do Espírito; entre vós, cantai salmos, hinos e cânticos espirituais; cantai e louvai o Senhor com todo o vosso coração;
Efésios 5, 18-19

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All for Love.

All for love a Father gave (Tudo por amor Um Pai deu)
For only love could make a way (Porque só o amor podia abrir um caminho)
All for love the heavens cried (Tudo por amor gritaram os céus)
For love was crucified (Porque o amor foi crucificado)

Então recorrerás ao SENHOR, teu Deus, e tornarás a encontrá-lo, se o procurares com todo o teu coração e com toda a tua alma. No meio da tua angústia, quando passares por todas essas coisas, com o correr do tempo, voltarás para o SENHOR, teu Deus, e escutarás a sua voz. O SENHOR, teu Deus, é um Deus misericordioso, não te abandonará, não te destruirá, e não se esquecerá da aliança que jurou aos teus pais.»
Deuteronómio 4: 29-31

Cristo é a única esperança para a humanidade.

“E se Cristo nunca existiu?” Esta é a primeira frase do primeiro (e único, até este momento) comentário ao postal anterior aqui no Jardim – postal esse que se resume a um vídeo de música natalícia intitulada What Child is This.

A existência real do homem chamado Jesus é hoje um facto aceite com pouca discussão por quem estuda História. As referências de Flávio Josefo – um historiador judeu romanizado que escreveu a História dos judeus para os romanos – fazem o testemunho secular da existência do homem chamado Jesus nos seguintes termos:

“Por esse tempo apareceu Jesus, um homem sábio, que praticou boas obras e cujas virtudes eram reconhecidas. Muitos judeus e pessoas de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o a ser crucificado e morto. Porém, aqueles que se tornaram seus discípulos pregaram a sua doutrina. Eles afirmam que Jesus lhes apareceu três dias após a sua crucificação e que está vivo. Talvez ele fosse o Messias previsto pelos maravilhosos prognósticos dos profetas” (Josefo, “Antiguidades Judaicas” XVIII,3,2). (cf. aqui)

Uma outra fonte não cristã que prova a existência histórica de Jesus é o Talmude que, apesar de se referir a Jesus e à sua Igreja de forma pouco simpática, dá notícia  da sua crucificação como “ocorrida na véspera da Festa da Páscoa”, bem como de alguns dos milagres feitos por Ele, sem tentar negá-los, embora os explique como sendo “artes mágicas do Egipto”.

Eu entendo, no entanto, que não é a existência de Jesus enquanto figura histórica  que o comentador Diogo pretende pôr em causa, mas a de Jesus enquanto Filho de Deus, aquele de quem dizem os crentes que “Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai. De novo há-de vir em glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.”.

Para ter a certeza que esse Jesus, o Cristo, existiu, não são necessárias (nem seriam suficientes) referências em documentos da época. A prova bastante está no conjunto de pensamentos que suportam a fé – não sei se a de outros, mas pelo menos a minha – e que tentarei resumir a seguir:

Cristo é A Esperança – no sentido de que não há outra semelhante ou equivalente – para toda a humanidade. Logo, sem Cristo não há Esperança. Onde não há Esperança, há Desespero. O Desespero é contrário à Vida. Ou, dito de outro modo, o Desespero mata – infalivelmente. (Pois, se na juventude o Homem ainda pode esperar o tempo de vida que supõe poder vir a ter, o que poderá esperar o Homem na velhice?) Portanto, sem Cristo estaríamos mortos – a maior parte de nós teria existido brevemente, na melhor das hipóteses, ou não teria sequer existido. Ora, nós estamos vivos – alguns de nós, pelo menos – e mais, queremos continuar a viver. Isso significa que a Esperança existe entre nós. Sendo Cristo, como foi dito no início, a (única) Esperança para toda a humanidade, então, Ele também existe – tanto para os Nele crêem como para os que Nele não crêem.

Natal: Jesus é Esperança

What child is this?

Que criança é esta?

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Who, laid to rest
Que, deitada
On Mary’s lap, is sleeping?
no colo de Maria, está dormindo?
Whom angels greet with anthems sweet,
A quem os anjos anunciam com hinos doces,
While shepherds watch are keeping?
enquanto os pastores velam?

Blessed Trinity / Santíssima Trindade

Holy, holy, holy! Lord God Almighty!
All thy works shall praise thy name, in earth and sky and sea.
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Holy, holy, holy! Merciful and mighty,
God in three persons, blessed Trinity!

Agnus Dei.(4)

Domine Deus, Agnus Dei, Filius Patris.

Senhor Deus , Cordeiro de Deus, Filho do Pai.
Lord God, Lam of God, Father’s Son.
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(For Maria)

Agnus Dei

O Verbo era a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina.
Ele estava no mundo e por Ele o mundo veio à existência, mas o mundo não o reconheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
Mas, a quantos o receberam, aos que nele crêem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.
Estes não nasceram de laços de sangue, nem de um impulso da carne, nem da vontade de um homem, mas sim de Deus.
E o Verbo fez-se homem e veio habitar connosco. E nós contemplámos a sua glória, a glória que possui como Filho Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.

(João 1, 9-14)
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Desejos de um Natal verdadeiro.

Adoração dos pastores
Adoração dos pastores (porm.), Caravaggio, 1609

1No princípio existia o Verbo; o Verbo estava em Deus; e o Verbo era Deus. 2No princípio Ele estava em Deus. 3Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência. 4Nele é que estava a Vida de tudo o que veio a existir. E a Vida era a Luz dos homens. … (João 1)

Credo in unum Deum(2) – Creio em um só Senhor,

Jesus Cristo, Filho Único de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não criado, consubstancial ao Pai.

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Diante do Teu Nome, Jesus…

não preciso de palavras.

Your Name and Let My Words Be Few.
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