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O candidato ainda não candidato inicia a campanha para as presidenciais.

Sócrates e Cavaco combinam

Ele há políticos tão manhosos que iniciam a sua campanha antes mesmo de se candidatarem.

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A mentira denunciada, o compadrio descarado, a corrupção ocultada, retiraram definitivamente as condições éticas mínimas a Sócrates e ao governo a seu mando para governarem o país.

Porque continuam então a governar? Em última análise, a resposta a esta pergunta irá sempre encontrar a desmedida ambição deste homem em ser reeleito*.

*A seu tempo, isto será aqui plena, abundante e incontornavelmente demonstrado.

Leituras complementares recomendadas:

O legado de Sócrates: a impunidade

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Ultrapassar ou não António Guterres

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Novas oportunidades Grandes oportunismos.

Ter olho compensa
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Nota: Indecentemente roubado Oportunamente reproduzido daqui.

Isto está nos genes desta sub-espécie (luso-chico-espertensis).

Chico-esperto BarrosoEUobserver today reports that Swedish Foreign Minister Carl Bildt has written an angry letter to EU Foreign Minister Catherine Ashton demanding to know why Commission President Jose Manuel Barroso has appointed ‘his man’ as the EU’s new ambassador to Washington when, under the Lisbon Treaty, Ashton is meant to be overseeing such appointments.
Ashton is currently in talks with the member states about establishing the EU’s new diplomatic corps, the External Action Service (EAS), and Barroso spotted this “transitional” phase as an opportunity to install Joao Vale de Almeida, his former chief of staff, as his eyes and ears in Washington. As one EU diplomat said, “In the future, if the US wants to send a message to the EU, it will go through Almeida because it knows he has a special relationship with Barroso. Ashton will be left out.”

(Jobs For The Boys, by Open Europe blog team, on Monday, February 22, 2010)
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É ou não é um verdadeiro “porreiro-clone” daqueles que por cá ficaram?
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Ajuste directo nº 134749:
Entre a Parque Escolar e o escritório de advogados liderado por José Pedro Aguiar Branco, líder parlamentar do maior partido da oposição para apoio jurídico pela módica quantia de 75.000 euros.

(Parem As Rotativas, posted by Paulo Guinote, Março 1, 2010, n’ A Educação do Meu Umbigo)
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Os amigos da carteira - F. Assis e Aguiar B.
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Um retrato cru de quem (se) tem governado (em) Portugal.


Da segunda maioria absoluta ― a de José Sócrates ― saiu não já o yuppie do status económico-empresarial, mas o jovem Chico-esperto formado na juventude partidária, o Zé Carioca português, o citadino que vive de expedientes políticos, o fura-bolos, o desenrascado, o trapaceiro que não olha a meios para atingir os seus fins sem grande trabalho, o indivíduo sem escrúpulos que não enjeita uma qualquer oportunidade para se encostar a quem quer que seja para trepar na vida ― nem que tenha que fazer que conta que a humilde e analfabeta mãe “é uma parente muito afastada”.
De certa forma, aconteceu um fenómeno de Trickle-down effect segundo Georg Simmel: a moda do yuppie filho do papá rico do tempo de Cavaco Silva, descambou num yuppie que veio da merda do tempo de José Sócrates que subiu na vida à custa do chico-espertismo e do oportunismo político.
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Sócrates chico-esperto modelo


A forma de falar e de “enrolar”, a colocação e o tom de voz, os gestos do discurso e o discurso dos gestos, o ar de malandreco que tem o condão de transformar a mentira em apenas um pequeníssimo detalhe que corrobora a verdade da sua boa-fé, a personalidade de borracha que o protege de qualquer queda ético-moral ― estes são os atributos do chico-espertismo do Zé Carioca português que segue o exemplo do seu líder político.

Tirado daqui.

O governo da honestidade maioritariamente relativa ou

o que é preciso é “sacar o mais possível “.

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Há poucos anos atrás tive que suportar, por razões de ordem profissional, um esperto que insistia em maximizar o lucro daqueles que lhe davam trabalho à custa do prejuízo daqueles para quem o trabalho era efectuado. Um dia, a criatura obviamente agastada porque as suas espertezas esbarravam invariavelmente nas barreiras da minha experiência e da minha rectidão, virou-se para mim e disse-me: – Não o percebo, pá! Então não andamos aqui todos ao mesmo? Não andamos aqui todos a tentar sacar o mais possível?
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Vem isto a propósito da seguinte notícia – Perdão fiscal para capitais repatriados –, a qual já havia sido trazida para aqui neste postal anterior mas que considero merecer um comentário acrescido.
Abutres empilhadosTrata-se, claramente, da aplicação do tal princípio de “sacar o mais possível”. O governo decreta um perdão fiscal especial, destinado a pessoas que cometeram um crime fiscal e que o fizeram exactamente porque têm muito dinheiro.
Os outros, os que nunca tiveram nem virão alguma vez a ter o suficiente para “poupanças ilegalmente colocadas no exterior” (reparem no cuidado com que a coisa é dita) são arbitrariamente acusados e perseguidos pela administração fiscal, que lhes penhora miseráveis pensões e ordenados, ou os bens afectos às respectivas actividades, liquidando-as.

A mensagem é clara: o importante não é a punição (ou o perdão) do crime fiscal, mas o quanto é que o Estado pode “sacar” à conta desse crime em troca do perdão.

Nem outra coisa seria de esperar de gente cujo estado de honestidade relativa está amplamente demonstrado neste pequeno excerto de uma notícia:
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… O Tribunal de Contas não valida – o que é grave – o défice apresentado na Conta Geral do Estado. Não contente com isso, afirma que a contabilização das receitas do Estado não cumpre os requisitos legais; que a Segurança Social cometeu «erros significativos» na classificação das receitas e das despesas; que a contribuição de serviço rodoviário criada para financiar as Estradas de Portugal não foi devidamente orçamentada; que existem deficiências na afectação do IVA; que há falta de transparência na passagem de dinheiros do Fundo de Estabilização da Segurança Social por off-shores; que a Inspecção-Geral de Finanças detectou irregularidades no crédito bonificado; que há incoerências no valor da receita cobrada por alienação de bens do Estado; que o aval do Estado ao empréstimo de 450 milhões de euros contraído pelo BPP junto de outros bancos não cumpriu os requisitos exigidos por lei e até que o governo autorizou indevidamente um subsídio de 9 milhões de euros à Fundação Ricardo Espírito Santo. …
(O Joio e o Trigo, por Maria Filomena Mónica, publicado em 01 de Fevereiro de 2010 no jornal i)

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (8)

(continuação daqui)

Na Suíça, por exemplo, isto não seria provavelmente construído na capital. (clique na imagem para ver de que se trata)

Centro de Investigação Champalimaud

 

Escolher-se-ia um lugar tranquilo, numa bela encosta , a cerca de meia hora de automóvel de uma cidade maior. De preferência, nas proximidades de uma pequena vila ou aldeia com uma estação de caminho de ferro. (clique na imagem)

Paul Scherrer Institut

(Posso afirmar isto porque lá trabalhei e tive contactos próximos com gente responsável pelo ordenamento do território que conduzia processos de decisão de empreendimentos deste género.)

Por cá “planta-se” mesmo à beira do Tejo, junto à barulhenta Doca-Pesca, num lugar com trânsito intenso, justificando essa localização com paleio deste teor:

O Centro Champalimaud ficará implantado na zona ribeirinha de Pedrouços. É um local privilegiado, perto da Torre de Belém, e onde o rio se encontra com o Oceano Atlântico e de onde os navegadores portugueses partiram há cinco séculos em busca do ‘desconhecido’. A presença de um centro de investigação científica de excelência e de reputação internacional alavanca o legado histórico desta zona e estabelece uma ponte inspiradora entre as “Descobertas” e a sempre actual epopeia das descobertas científicas.

São inúmeros os locais neste país onde este Centro de Investigação poderia localizar-se alternativamente e com vantagens de muitos tipos.

A observação original de Pareto (antes da generalização, por vezes absurda, que alguns lhe deram) era a de que 80% da riqueza mundial estava na posse de 20% da população. Ele referia-se à riqueza medida pelo Produto Nacional Bruto. Mas a mesma proporção se aplicará, por certo e infelizmente, às riquezas mental, cultural e espiritual.
O particular problema português relativamente a esta (quase) invariância é o da esperteza. Os 80% que não possuem qualquer espécie de riqueza são todos espertos e, por isso, dão muito poucas oportunidade aos mental, cultural e espiritualmente ricos para usarem essa riqueza a favor do bem comum, acabando sempre por dar a escolha e o poder aos seus modelos sociais de esperteza – os ricos de dinheiro e àqueles que o parecem, por se pavonearem bem vestidos e bem falantes.

(fim)

Este postal constitui o último de uma série de textos contendo propostas para um melhor ordenamento demográfico, económico e territorial em Portugal. Ficam aqui em baixo os linques de todos os postais anteriores, para permitir o acesso rápido à série completa.

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (1)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (2)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (3)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (4)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (5)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (6)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (7)

 

Uma grande vaca (leiteira) chamada Europa.

O próprio Júpiter terá sido da mesma opinião…

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Ena, tantos: Fourty thousand employees…
Tradução para gente à procura de emprego na Função Pública: 40.000 funcionários públicos…
A frase publicitária do ano: EU career, smart choice.
Tradução para espertos portugueses licenciados ao Domingo, com exames de inglês técnico feitos por fax: Eu querer, esperto escolher.
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Boas notícias: A economia mundial não está refém do petróleo…

… e os portugueses têm excelentes alternativas às limitadas visões de futuro do licenciado em engenharia Sócrates.

Diz o provérbio popular que a necessidade é mestra de engenho. Nesta época de crise mundial do sector energético, em especial dos vectores mais dependentes do petróleo, os poderes económicos começam a dar atenção a novas formas de produção energética. São tempos de expectativa, de procura e avaliação de alternativas, de fervente criatividade para todos… excepto para os espertos. Esses já escolheram, tomaram a decisão antes sequer de ver outras alternativas e sem olharem o rumo dos acontecimentos.

Felizmente, o conhecimento e a informação são cada vez mais globais e as espertezas são imediatamente desmascaradas por estudos, projectos, inventos e patentes – coisas de engenheiros mesmo.

 

 

Outros vídeos interessantes sobre o assunto:

http://br.youtube.com/watch?v=6_41btVawMc&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=YEvAOe2BBNQ&feature=related

Sítios e artigos sobre motores magnéticos:

http://peswiki.com/index.php/Directory:Magnet_Motors

http://www.rexresearch.com/minato/minato.htm

http://www.perendev-power.com/products.htm