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A Associação 25 de Abril recusa participar nas comemorações oficiais do 25 de Abril.


Porque consideramos que:
O contrato social estabelecido na Constituição da República Portuguesa foi rompido pelo poder. As medidas e sacrifícios impostos aos cidadãos portugueses ultrapassaram os limites do suportável. Condições inaceitáveis de segurança e bem-estar social atingem a dignidade da pessoa humana.
O rumo político seguido protege os privilégios, agrava a pobreza e a exclusão social, desvaloriza o trabalho.  
– Sem uma justiça capaz, com dirigentes políticos para quem a ética é palavra vã, Portugal é já o país da União Europeia com maiores desigualdades sociais.
Portugal não tem sido respeitado entre iguais, na construção institucional comum, a União Europeia.
– Portugal é tratado com arrogância por poderes externos, o que os nossos governantes aceitam sem protesto e com a auto-satisfação dos subservientes.
O nosso estatuto real é hoje o de um “protectorado”, com dirigentes sem capacidade autónoma de decisão nos nossos destinos.

Em conformidade, a A25A anuncia que:
Não participará nos actos oficiais nacionais evocativos do 38.º aniversário do 25 de Abril;
– Participará nas Comemorações Populares e outros actos locais de celebração do 25 de Abril;

Leia oManifesto da A25A completo aqui (ficheio pdf).

A enorme clientela do estado socialista e a depredação da nação.

Roman Cursus HonorumSó agora houve, aqui no jardim, disponibilidade para mondar comentar os resultados deste “barómetro mensal da Eurosondagem para a Renascença, SIC e Expresso”, trazido ao nosso conhecimento pela sempre atenta e informada Helena Matos, através deste postal no blogue Blasfémias.


De acordo com o barómetro mensal da Eurosondagem para a Renascença, SIC e Expresso, o Partido Socialista foi o único que subiu nas intenções de voto.
O Verão correu bem ao PS, que sobe pelo segundo mês consecutivo. Os socialistas ultrapassam o PSD e regressam à liderança nas intenções de voto, o que não acontecia desde Maio.

Após todo este tempo no poder e todas as malfeitorias perpetradas, este resultado do partido socialista só pode ter uma de três explicações possíveis:

1. A sondagem está viciada.
Apesar de todas as limitações decorrentes do método utilizado e do período escolhido (ver a ficha técnica da sondagem no final da notícia), não é muito plausível que haja vício deliberado dos resultados.

2. Os portugueses ensandeceram de vez.
Seria praticamente impossível um tão grande número de pessoas ter aparvalhado simultaneamente – mesmo com recurso às mais elaboradas teorias da conspiração .

3. A clientela do partido socialista no poder é esta – 1/3 dos eleitores deste país, descontados os 10% de “rolhas” que estão sempre ao lado dos que… estão por cima.
Hum! Esta hipótese é bastante mais plausível – tendo em consideração o significado da palavra clientela em política.

Esta é, aliás, também uma excelente explicação para a delapidação acelerada da “fortuna do patrono”, neste caso a dívida pública do Estado. É que não há fortuna que aguente, não há dinheiro que chegue, para tanto cliente, mesmo explorando e taxando altamente todos os outros.