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O presente de uma nação sem futuro, em resumo.

Os portugueses não se reproduzem e a população envelhece rapidamente.

ONU. Baixa fertilidade penaliza produtividade e economia em Portugal
Por Agência Lusa, publicado em 27 Out 2011 (jornal i)

Mas, o  governo ainda aconselha a actual população jovem a emigrar

Passos Coelho sugere a emigração a professores desempregados
18.12.2011 – Por PÚBLICO

e vende o sector estratégico da produção eléctrica nacional a uma empresa estatal chinesa.

Chineses da Three Gorges ganham privatização da EDP (act2)
22 Dezembro 2011, Celso  Filipe (Negócios)

A população activa de nacionalidade portuguesa decresce

População portuguesa reduzida a 6 milhões no final do século
Publicado a 11 MAI 11 (TSF)

e é substituída por imigrantes, vindos principalmente dos novos países da União Europeia.

Os búlgaros nas vindimas
Reportagem vídeo, 27.09.2011, Helena Silva e Luís Carvalho (JN)

Já pensaram? Conceitos como nação portuguesa, identidade, independência e território nacional passam a não ter significado. É a isto que os governantes de Portugal conduzem o país. Mas… será mesmo isto o que os portugueses querem?

Só aqueles que nunca conheceram a escravidão deixam de dar valor à liberdade.

Bulgária, os últimos dias da singularidade…

Uma cultura (ainda) quase isenta de euro-contaminação.

Há dias, uma amiga búlgara – mulher inteligente, independente, e educada – partilhava comigo algumas reflexões sobre o seu país e a adesão à comunidade europeia: -“Os meus pais, os pais dos jovens da minha geração, vivendo ainda num regime socialista (ela diz sempre socialista, significando comunista) muito restritivo e isolado, sacrificaram-se para me dar, para dar aos filhos, uma educação que permitisse libertar-nos do trabalho nos campos e nas minas. A minha filha e toda a actual geração de jovens búlgaros, estudam para poderem sair da Bulgária, para emigrarem. Estão completamente deslumbrados pela Europa e pelos EUA. Que futuro pode ter o (meu) país?”

Isihia – 01 – Preobrazhenie (*)

Ao ouvi-la, lembrei-me subitamente da euforia dos portugueses nos idos anos da pré-adesão à CE e, poucos anos depois, das esperanças tidas na adesão a uma moeda única, mais estável e mais forte. Os entusiasmos são assim, como as paixões: só conseguem ver-se as qualidades e esquecem-se os defeitos, os muitos defeitos.

A História repete-se. Aí temos mais um povo rendido à “abundância” financeira, ao “desenvolvimento” económico, sem conseguir ver a escravatura política “bilderberguiana”, a uniformização cultural, a servidão do consumismo, a perda da identidade nacional. Estou a vê-los, daqui a uns anos com um socratyazko qualquer – pseudo-licenciado por uma universidade independente à mão – a fazer o que lhe manda a chanceler alemã do momento , ansiosos por aprovar o federalismo europeu num Tratado de Sofia.

(*) Isihia (Исихия) significa serenidade, tranquilidade. Preobrazhenie (Преображение) traduz-se como Transfiguração.

Nota: Quero visitar este país o mais depressa possível, antes que fique descaracterizado. Não sei como vou conseguir o dinheiro para a viagem, mas, enquanto homem de Fé, sei que isso não será impedimento.