Tag Archives: escolhas

A essência da estratégia.

The essence of strategy - Michael PorterThe essence of strategy is choosing what not to do (A essência da estratégia é escolher o que não fazer)
Michael Porter, What is Strategy, HBR, Nov.- Dec. 1996

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Hold Us Together

and the story behind the song.

(Mantem-nos Juntos e a história por detrás da canção.)

Os corvos gansos voam em bandos, as águias voam sozinhas.

Uma resposta àquela que (penso eu) será a mensagem do postal de 23 de Abril de 2011 do meu amigo David.
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É bem mais difícil, eu sei: mas, em minha defesa tenho a dizer que não somos nós que escolhemos seguir Jesus, é antes Jesus que nos escolhe para que o sigamos.
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O comité Nobel a fazer política sem subserviência?

Parece não haver agora qualquer dúvida.

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Depois de ontem ter sido noticiada a atribuição do Nobel da Literatura a Mário Vargas Llosa, hoje sabe-se que foi atribuído o Nobel da Paz 2010 ao activista chinês pelos direitos humanos, Liu Xiaobo- actualmente preso.

Uma forma agradável de perceber o espantoso destas escolhas será ler o romance de Irwing Walace, O Prémio.

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (8)

(continuação daqui)

Na Suíça, por exemplo, isto não seria provavelmente construído na capital. (clique na imagem para ver de que se trata)

Centro de Investigação Champalimaud

 

Escolher-se-ia um lugar tranquilo, numa bela encosta , a cerca de meia hora de automóvel de uma cidade maior. De preferência, nas proximidades de uma pequena vila ou aldeia com uma estação de caminho de ferro. (clique na imagem)

Paul Scherrer Institut

(Posso afirmar isto porque lá trabalhei e tive contactos próximos com gente responsável pelo ordenamento do território que conduzia processos de decisão de empreendimentos deste género.)

Por cá “planta-se” mesmo à beira do Tejo, junto à barulhenta Doca-Pesca, num lugar com trânsito intenso, justificando essa localização com paleio deste teor:

O Centro Champalimaud ficará implantado na zona ribeirinha de Pedrouços. É um local privilegiado, perto da Torre de Belém, e onde o rio se encontra com o Oceano Atlântico e de onde os navegadores portugueses partiram há cinco séculos em busca do ‘desconhecido’. A presença de um centro de investigação científica de excelência e de reputação internacional alavanca o legado histórico desta zona e estabelece uma ponte inspiradora entre as “Descobertas” e a sempre actual epopeia das descobertas científicas.

São inúmeros os locais neste país onde este Centro de Investigação poderia localizar-se alternativamente e com vantagens de muitos tipos.

A observação original de Pareto (antes da generalização, por vezes absurda, que alguns lhe deram) era a de que 80% da riqueza mundial estava na posse de 20% da população. Ele referia-se à riqueza medida pelo Produto Nacional Bruto. Mas a mesma proporção se aplicará, por certo e infelizmente, às riquezas mental, cultural e espiritual.
O particular problema português relativamente a esta (quase) invariância é o da esperteza. Os 80% que não possuem qualquer espécie de riqueza são todos espertos e, por isso, dão muito poucas oportunidade aos mental, cultural e espiritualmente ricos para usarem essa riqueza a favor do bem comum, acabando sempre por dar a escolha e o poder aos seus modelos sociais de esperteza – os ricos de dinheiro e àqueles que o parecem, por se pavonearem bem vestidos e bem falantes.

(fim)

Este postal constitui o último de uma série de textos contendo propostas para um melhor ordenamento demográfico, económico e territorial em Portugal. Ficam aqui em baixo os linques de todos os postais anteriores, para permitir o acesso rápido à série completa.

Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (1)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (2)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (3)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (4)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (5)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (6)
Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (7)

 

a apoteose da mediocridade colectiva em todos os seus aspectos

ou o perigo das novas ditaduras mascaradas de democracia.

Five-Fat-Pink-PigsFive-Fat-Pink-Pigs

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Leia mais aqui: A Cassandra Americana.

Os povos, tal como as pessoas, podem aprender de duas maneiras:

1ª. Através dos próprios erros;

2ª. Através dos erros dos outros.

Qual delas tem sido a escolha predominante dos portugueses?
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