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Sobre a importância de estar presente na manifestação de hoje, 26 de Janeiro.

Ainda que o momento (o timing, como é fino dizer agora) seja (e é!) péssimo e a Fenprof esteja (que está!) a politizar a manifestação (o que faz com que muitos imediatamente desejem afastar-se) é muito importante estar hoje presente no Marquês de Pombal às 3 horas da tarde para a manifestação em defesa da Escola Pública. Que quem me lê fique a saber que a luta pela Escola Pública não é dos professores, mas de todos aqueles cujos filhos se verão brevemente impossibiltados de continuar a estudar por incapacidade financeira. (veja também este artigo anterior)

Manifestação de 26 de Janeiro de 2013 - pela Escola Pública

… Don’t miss this: Engaging fellowship in the Spirit is the primary object of every measure we take against human government. How hard is it to realize a fundamental element in government’s campaign to rule all things is isolating each of us from the other? In isolation we are powerless to resist forced conglomeration. By taking a competing path to unity, we form a ‘de facto’ alternative government. The primary nature of our rebellion is counteracting that shift of power from the local to the central authority.
In political theory, it is widely recognized the definition of government is a monopoly of violent force. Every government is merely a conspiracy of folks seizing power over others, whether by actual violence or only threatening it. While a strong civil culture helps, at the bottom of every ruling power is the threat of force. When any entity, external or internal, threatens that power by exercising a competing violent force, that entity becomes a de facto government of sorts. It need not seek immediately the total control exercised by the official government, only a measure of control over certain elements of the circumstances. It’s competing for control, nothing more. … (transcrito daqui, subtítulo Weapons versus Weapons)*

*Se alguém precisar do texto acima traduzido basta solicitar na caixa de comentários e eu o traduzirei.

Os resultados preliminares da aplicação do ‘Acôrrdo Orrtôgráfico’.

EB23 Paredes - ficha de português em brasileiro
Clique na imagem para vê-la maior.
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Disclaimer: Este corpus delicti só foi publicado neste blogue após confirmada aqui, em comentário do autor, a recepção de “o original do teste, em papel e preenchido pela aluna” (fazendo uso das suas próprias palavras porque a mim me ficaram a faltar).

Depois de ‘tratarem’ do ensino básico e secundário

as abantesmas governantes vão agora “tratar” do ensino superior…

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Governo assina “contrato de confiança” com instituições de ensino superior
Mais cem milhões de euros para formar cem mil trabalhadores em quatro anos
11.01.2010 – 21:02 Por Bárbara Wong – PÚBLICO

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ou do que resta dele após uma coisa a que chamaram Processo de Bolonha:

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Os portugueses não são, seguramente, o melhor povo do mundo a muitos títulos, mas (tenho para mim que) mereciam melhor do que isto.
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Nota: Imagine-se como será viver num país maioritariamente composto por incompetentes diplomados à imagem do “grande líder” do momento?
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Evolução do ensino em Portugal desde 69.

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Ensino: evolução 1969-2009
Sem comentários!
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Contra o Fim do Ensino Especializado da Música em Portugal

“Já se suspeitava, mas agora é público: o Ministério da Educação quer mesmo acabar com a Escola de Música do Conservatório Nacional.”

 

Se bem entendi o lacónico e-mail enviado pelo Álvaro Teixeira, autor do bogue Crítica de Música, é solicitada a participação deste blogue, Um Jardim no Deserto, na presente luta contra mais um atentado do Governo e do seu Ministério da Educação ao Ensino e à Cultura em Portugal. No caso presente, impedindo o acesso das classes economicamente mais desfavorecidas ao ensino da música.

É com todo o prazer que este blogue oferece a sua mais que modesta contribuição à divulgação da Vossa causa.

1º. Transcrição da denúncia e dos apelos de Eurico Carrapatoso e Luís Cardoso:

“… O Governo actual de José Sócrates visa implementar medidas com efeitos imediatos (já no próximo ano lectivo) que determinam claramente o seu naufrágio, na medida em que uma grande escola com cerca 900 alunos e uma espectacular pulsão vital (alunos no regime de iniciações, integrado e supletivo) fica imediata e irremediavelmente reduzida a uma escola insignificante com cerca de 50 alunos (apenas aqueles que estão no regime integrado). Acordai! Eurico Carrapatoso”

“Quinta-feira, Fevereiro 07, 2008
QUEREM ACABAR COM O CONSERVATÓRIO NACIONAL
Já se suspeitava, mas agora é público: o Ministério da Educação quer mesmo acabar com a Escola de Música do Conservatório Nacional.
Se depender do Governo, a instituição de quase 180 anos, que já nos deu Maria João Pires, Bernardo Sassetti e tantos outros, tem os dias contados.

Já não se trata de destruí-la devagarinho, como até aqui – deixando-a cair aos bocados, com o órgão do século 18 a deteriorar-se ou o Salão Nobre quase a ruir sobre a plateia. Desta vez, a Ministra quer fazer o serviço de uma só vez. Com três golpes tão rápidos e certeiros que, espera ela, ninguém vai sequer perceber o que se passa.

No dia 11 de Fevereiro, o Conservatório será visitado pela comissão nomeada pelo Ministério para aplicar estes 3 golpes ao ensino da música. Querem fazê-lo à boa moda deste Ministério: rápida e discretamente, como um facto consumado.

Contamos consigo para recebê-los com música. E com muito barulho.

Segunda feira, dia 11 de Fevereiro, às 10 da manhã, junte-se ao Coro de Protestos do Conservatório Nacional. Se é músico, traga o seu instrumento. Se é pai de aluno, traga os seus filhos (sabemos que o dia é mau e a hora incómoda, mas ficar sem o Conservatório ainda seria pior). Se é um simples amante da música, traga a sua voz.

Vamos gritar tão afinados que até a Ministra, que faz o género surda, vai ter que ouvir.

Passe esta mensagem adiante. Dê um lamiré aos amigos, aos outros pais de alunos, àquele primo jornalista, aos colegas de orquestra ou da banda. E não falte. Vamos salvar enquanto é tempo a Escola de Música do Conservatório Nacional. Luís Cardoso”. (ler todo o post)

2º. Divulgação da Petição “Contra o Fim do Ensino Especializado da Música em Portugal” através de um “badge” apelativo e ilustrativo:

Destruir a música

 

Nota: Apelo à participação de todos os bloguers na divulgação desta petição através de um link. Usem esta pequena imagem, outra qualquer ou um texto; o importante é que não esqueçam do link. Obrigado.

“Mais alunos, mais sucesso”?

A demagogia galopante do PM e da Dona Lurdes.

 

1º tempo: a demagogia

 

“«Mais alunos e mais sucesso»

2007/10/30 | 13:40 || Hugo Beleza

Resultados 2006/07 do Ensino Secundário são «históricos», diz ministra da Educação que se queixa de um orçamento quase dedicado a pagar salários. Sócrates afirmou que «solução não é pôr dinheiro em cima dos problemas» e que não há memória de tanto ter mudado na Educação.

Insucesso escolar diminuiu para 25%…” [leia o resto]

 

 

2º tempo: a resposta

 

“COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Henrique Raimundo Silva

2007-10-30 15:03

o sucesso do laxismo

Parece-me que este sucesso, se deve ao baixar da fasquia da exigência, e, ao deixar de haver chumbos por faltas, até vai acabar o analfabetismo em Portugal, continuando a baixar a despesa ao mesmo tempo com a educação.

Miguel Pais

2007-10-30 14:56

Tudo falso. É o resultado do facilitismo.

Todos temos a consciência que estes resultados são falsos, nem os dirigentes do Ministério são competentes, nem os professores estão motivados, nem os pais estão interessados. Estes resultados aparecem por um abaixamento de exigência e for um facilitismo que melhora estatísticas e nunca o pais.

O facilitismo resulta do modelo em que Sócrates “fez” a sua “licenciatura”, sem estudar, nem por lá os pés.

As facilidades não ajudam ninguém, nem os próprios, pois se todos conseguem o mesmo sem esforço, quando procuram emprego nada os distingue, …, talvez uma cunha!!! Que é os sistema antigo.

Pensávamos que se pretendia encontrar os melhores.

ASSIM NÃO VAMOS A LADO NENHUM.

…” [leia o resto]

 

 

3º tempo: a demonstração

 

É preciso ser muito pouco inteligente para pensar que se podem enganar os outros indefinidamente. É preciso ser muito ignorante para não conhecer a famosa frase do 16º presidente dos Estados Unidos (no tempo em que os EU ainda tinham presidentes inteligentes), Abraham Lincoln: “You can fool some of the people all of the time, and all of the people some of the time, but you can not fool all of the people all of the time.” (Vocês podem enganar algumas pessoas o tempo todo, e todas as pessoas durante algum tempo, mas não conseguirão enganar toda a gente sempre.)

 

 

4º tempo: a conclusão

 

Os portugueses começam a perceber que têm estado a ser enganados, vigarizados e explorados por incompetentes mal-intencionados. Finalmente! A credulidade e a paciência deste povo mereciam uma condecoração – deixo aqui esta singela sugestão ao PR.

 

“Salmo 36 (35) A JUSTIÇA E A GRAÇA

Salmo individual de súplica. Compõe-se de uma parte sapiencial (1-5), onde se medita sobre a maneira como a maldade domina o homem mau e se instala no seu coração, e uma outra (6-12) em que o salmista exprime a sua fé em Deus como forma de vencer o mal.

1Ao director do coro. Do servo do SENHOR. De David.
2O ímpio tem a lei do pecado no coração.

Para ele não há temor de Deus.
3Ilude-se a si próprio,

para não descobrir nem odiar o seu pecado.
4As palavras da sua boca são falsas e mentirosas,

deixou de ser honesto e de fazer o bem.
5No seu leito maquina a iniquidade;

anda pelo mau caminho
e não quer renunciar ao mal.
13Eis como caem por terra os malfeitores,

abatidos, para não mais se levantarem.”