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The three sources of evil.

As três origens do mal. (Pode ler este texto em português mais abaixo)

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Religion is the cause of all evil. – that is what atheists use to claim. (And they do it now more and louder because of the killing inside the Charlie Hedbo’s news office in Paris.)
It is not true, and that is actually very easy to show. Hitler, or Stalin followed no religion, just to mention two of the most cruel mass killers of all times.

The love of money is the root of all evil. – that is what Christians use to say, quoting 1 Timothy 6:10.
Greed is, indeed, a broader concept, and it is cross-cutting in society. It does explain much of the evil perpetrated in the world today. But not all. Greed, as any Christian knows, is only one of the seven causes of physical and spiritual death. The other six being: pride, envy, gluttony, lust, anger and sloth. And it is not even the one that seems to have caused all the others, which is pride, the sin that originated the fall of Lucifer, the angel of light.
The love of money does not explain, for example, most revenge acts, or any other passion induced evil actions. And you will agree that it is certainly not the love of money that causes a man to tie explosives to his body and makes himself explode and kill those who happen to be near him.

Stupidity is the source of all evil. – that’s what most scholars will say, translating a famous sentence of Cicero. And they are so convinced of this truth that some of them actually wrote thesis and books to prove it.
In his book A Short Introduction to the History of Stupidity (that some consider to be the first in English on the subject), Walter B. Pitkin writes in 1932 the following: “Stupidity can easily be proved the supreme Social Evil.”; in her book Eichmann in Jerusalem: A Report on the Banality of Evil, Hannah Arendt introduces the expression and concept of “the banality of evil”, meaning that she considered that Eichmann’s anti-Semitism, and responsibility for his actions, were secondary to his stupidity (The extraordinary thing about this conclusion is that Arendt was a Jewish refugee from Nazi Germany.); finally, in his essay The Basic Laws of Human Stupidity, Carlo Cipolla enunciates (in the fifth law) that “a stupid person is the most dangerous kind of person” because this person “causes losses to another person or to a group of persons while himself deriving no gain and even possibly incurring losses.” (in the third law).
No matter how “scientific” this may appear, it is not true. Unfortunately, very intelligent evil people exist and they usually cause enormous harm to others because they are normally very powerful. This is one of those things everyone has heard talk about but few had a real encounter with one of these persons, because they hide behind others. (An expression was actually created in the 17th century to name this kind of very powerful people that operates behind the scene: éminence grise, the French for grey eminence.) I know for sure that they exist, and their evilness is great, and here I’m going to share with you of my own personal experience.

I was in my twenties and I had just concluded with excellency my master’s thesis after a professional probation period of four and a half years. Still, I could not get a job. And I complained a lot. One of my social relationships at that time offered to get me an appointment with this very rich and powerful person that she happened to know. I accepted. (And here starts the creepy part.) The night before the meeting I had this most strange dream (I should call it a nightmare). I was seating before an old man at a huge desk inside an office in a basement. The man spoke and said very clearly that he would give me what I wanted but in return I had to give him my soul. (For those of you that are not really impressed yet, let me tell you that at the time I considered myself an agnostic, I had never attend any church and I did not know the Bible.)
The next day I went to the appointment. …

Would you like to know the end of this personal story? Much more important, would you like to know the single episode of Jesus’ life, in just a few verses on the Bible, which shows clearly the three causes of all evil? Invite me to speak at your meeting (group, community, congregation, conference, symposium, …). To find my email address just click on my profile (top right) under the title “O Itinerante Jardineiro”.

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As três origens do mal.

A religião é a causa de todo o mal. – isto é o que os ateus costumam dizer. (E agora dizem-no mais e mais alto por causa da matança na redacção do jornal Charlie em Paris.)
Não é verdade, e isso até é muito fácil de provar. Hitler ou Estaline não tinham religião alguma, para mencionar apenas dois dos mais cruéis assassinos de massas de todos os tempos.

O amor ao dinheiro é a raiz de todo o mal. – isto é o que os cristãos costumam dizer, citando 1 Timóteo 6:10.
A ganância é, na verdade, um conceito mais amplo e que atravessa toda a sociedade. Explica muito do mal perpetrado hoje no mundo, mas não todo. A ganância, como qualquer cristão sabe, é somente um das sete causas de morte física e espiritual. Os outros seis são: a arrogância, a inveja, a gula, a luxúria, a ira e o desmazelo. E, a ganância não é sequer aquela que parece ter causado todas as outras, a arrogância, o pecado que originou a queda de Lúcifer, o anjo da luz.
O amor ao dinheiro não explica, por exemplo, a maioria dos actos de vingança, ou quaisquer outras más acções induzidas pela paixão. E, concordarão que não será certamente o amor ao dinheiro que faz com que um homem ate explosivos ao seu corpo e se faça explodir matando todos os que estiverem perto dele.

A estupidez é a fonte de todo o mal. – Isto é o que a maioria dos académicos dirá, traduzindo uma famosa frase de Cícero. E eles estão tão convencidos que isto é verdade que alguns escreveram mesmo teses e livros para o provar.
No seu livro Uma Breve Introdução à História da Estupidez Humana (que alguns consideram ser o primeiro em inglês sobre o tema), Walter B. Pitkin escreve o seguinte em 1932: “Pode provar-se facilmente que a estupidez é o supremo mal social”; no seu livro Eichmann em Jerusalém: Um Relato Sobre a Banalidade do Mal, Hannah Arendt introduz a expressão e o conceito de “banalidade do mal”, significando que ela considerou que o anti-semitismo de Eichmann, e a responsabilidade pelos seus actos, eram resultado da sua estupidez. (O mais extraordinário nesta conclusão é que Arendt era uma judia fugida da Alemanha nazi.); por último, no seu ensaio As Leis Fundamentais da Estupidez Humana, Carlo Cipolla enuncia (na quinta lei) que “a pessoa estúpida é o tipo dpessoa mais perigosa [que existe]”, porque esta pessoa “causa prejuízos a outra pessoa ou grupo de pessoas sem obter qualquer ganho disso, ou causando mesmo prejuízo a si mesma.” (na terceira lei).
Não importa o quão “científico” isto possa parecer, não é verdade. Infelizmente, existem pessoas más muito inteligentes e elas causam enormes danos aos outros porque são geralmente muito poderosas. Isto é uma daquelas coisas que toda a gente ouviu falar mas poucos se encontraram alguma vez com uma destas pessoas, porque elas se escondem por detrás de outras. (Na verdade, foi criado no século 17 um nome para designar este tipo de gente muito poderosa que opera na sombra: éminence grise, traduzido para português como eminência parda.) Eu tenho a certeza que estas pessoas existem, e que a sua maldade é enorme, por causa de uma experiência pessoal que vou partilhar aqui convosco.

Estava nos meus vintes e tinha concluído com excelência a minha tese de mestrado após um período de estágio profissional de quatro anos e meio. Mesmo assim, não conseguia encontrar um emprego. E queixava-me muito disso. Uma das minhas relações sociais da altura ofereceu-se para me arranjar uma entrevista com uma determinada pessoa muito rica e poderosa que ela conhecia. Eu aceitei. (E aqui começa a parte arrepiante.) Na noite anterior ao dia da entrevista tive um sonho estranhíssimo (devia chamar-lhe pesadelo). Eu estava sentado em frente de um velho numa secretária enorme, num escritório situado numa cave. O homem falou e disse com toda a clareza que me daria o que eu queria mas, em troca, eu teria que lhe dar a minha alma. (Para que não estão ainda muito impressionados com isto, saibam que naquele tempo eu era agnóstico, nunca tinha frequentado igreja nenhuma e não conhecia a Bíblia.)
No dia seguinte lá fui à entrevista. …

Gostariam de saber o final desta história pessoal? Muito mais importante, gostariam de saber qual é o episódio da vida de Jesus, em apenas alguns versículos bíblicos, que mostra claramente quais são as três causas de todo o mal? Convidem-me para o apresentar na vossa reunião (grupo, comunidade, congregação, conferência, simpósio, …). Para encontrar o meu endereço de email basta clicar no meu perfil (em cima, à direita), sob o título “O Itinerante Jardineiro”.

Notes/Notas: The text above is copyrighted. This text was not yet revised./ O texto acima está sob direito de autor. Este texto ainda não foi revisto.

The church of Jesus or the church of the apostles?

A Igreja de Jesus ou a Igreja dos apóstolos? (pode ler este texto em português mais abaixo)

Preliminary note

Before going through this discussion and to avoid misinterpretation, let me make it perfectly clear that I firmly believe that all the words in the Bible come from God, that it is the Word of God as some of you would say.
However, the word of God can be (and is) sometimes misused, abused, used with bad intentions. Anyone that reads through one of the passages commonly entitled ‘the temptations of Jesus’ – Matthew 4: 6 or Luke 4: 9-10 – cannot doubt that the devil himself knows (and can use) the words of the Book with evil intentions.
Can one avoid this? How can one be reassured that the enemy is not using the Word that comes to him? (Please, understand that it is not my desire to start a theological discussion but simply to let you know what I usually do in such circumstances – and I am quite sure that other people will do it some other way.)
Simply go to Jesus. Search in the Gospels, through the words (and deeds) of Jesus, confirmation of that particular word. If one can find it, the word given to him is most certainly intended for good (even if it is a word that causes discomfort). If not… keep it in mind and, in time, the Holy Spirit will reveal the truth about it.

The church of the apostles

The church of apostles is the hierarchical, pyramidal shaped organization we have today (in most cases). The extreme example of this structure is the Roman Catholic Church (fig.1), yet most big churches end up following the same model (fig.2) – which is the corporation model used by almost all big companies (fig.3). The church of the apostles is the church of men.

Hierarchy of Roman Catholic ChurchHierarchy of Late Days Saints ChurchCorporate Structure Pyramid Schem

figures 1, 2 and 3 (click over to see larger and in their original context)

As you can see, is a top down (chandelier shaped) structure headed by one leader, a human leader placed on the top (fig.4), that overrules (theoretically, at least) the whole organisation. It is a church that can only grow down at the cost of being a heavier and heavier structure (fig.5).

Saint Joseph Parish Ministry ChartSaint Thomas Aquinas Parish Org. Chart

 

figures 4 and 5 (click over to see larger and in original context)

You may ask: but is it not biblically based? Well, yes, it is the church which Luke describes in Acts 6: 1-7;

1 In those days when the number of disciples was increasing, the Hellenistic Jews among them complained against the Hebraic Jews because their widows were being overlooked in the daily distribution of food. 2 So the Twelve gathered all the disciples together and said, “It would not be right for us to neglect the ministry of the word of God in order to wait on tables. 3 Brothers and sisters, choose seven men from among you who are known to be full of the Spirit and wisdom. We will turn this responsibility over to them 4 and will give our attention to prayer and the ministry of the word.”
5 This proposal pleased the whole group. They chose Stephen, a man full of faith and of the Holy Spirit; also Philip, Procorus, Nicanor, Timon, Parmenas, and Nicolas from Antioch, a convert to Judaism. 6 They presented these men to the apostles, who prayed and laid their hands on them.
7 So the word of God spread. The number of disciples in Jerusalem increased rapidly, and a large number of priests became obedient to the faith.

(A parenthesis here. If you continue reading through Acts 6 and 7 you will read the story of Stephens martyrdom, taken to be the first in the history of the church of Christ. The question to be raised is: Could there be a connection between these two events? And what about the statement of the Twelve: “It would not be right for us to neglect the ministry of the word of God in order to wait on tables. …”? Is it not filled with arrogance? Were not the apostles appropriating the Word? As I told you before, I am not trying to start a theological discussion; I am just raising (what seem to be) relevant questions. Because relevant questions are the way to understanding, and understanding is a condition of true knowledge.)

The church of Jesus Christ

The church of Jesus is a non-hierarchical (democratic), tree-like organization we should have (and we seldom do). Jesus himself describes His church very clearly in…

Has this text sparked your interest? Would you like to know more? Invite me to speak at your meeting (group, community, congregation, conference, symposium, …). To find my email address just click on my profile (top right) under the title “O Itinerante Jardineiro”.

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A igreja de Jesus ou a igreja dos apóstolos?

Nota prévia

Antes de passar ao tema da presente argumentação, e para evitar mal-entendidos, quero deixar perfeitamente claro que eu acredito firmemente que toda a Palavra que está na Bíblia veio de Deus, é a Palavra de Deus como alguns de vós dirieis.
Contudo, essa Palavra pode ser (e tem sido) algumas vezes mal usada, abusada, usada com más intenções. Qualquer pessoa que leia uma das passagens usualmente intituladas “As tentações de Jesus” – Mateus 4: 6 ou Lucas 4: 9-10 – não pode duvidar que o próprio diabo sabe (e pode usar) passagens do Livro com más intenções.

Pode isto ser evitado? Como pode alguém assegurar-se que o inimigo não está a usar a Palavra que veio até si? (Por favor, entendam que não é minha intenção iniciar uma discussão teológica mas simplesmente partilhar convosco o que usualmente faço nestas circunstâncias – e, estou certo que outras pessoas o farão de outra maneira.)
Simplesmente, ide a Jesus. Procurai nos Evangelhos por entre as palavras (e acções) de Jesus a confirmação dessa palavra em particular. Se encontrar, a palavra que foi dada a essa pessoa é com certeza bem intencionada (mesmo que seja uma palavra que cause desconforto). Se não… guarde-se na memória e, a seu tempo, o Espírito Santo revelará a verdade sobre essa palavra.

A igreja dos apóstolos

A igreja dos apóstolos é a organização hierárquica, em forma de pirâmide, que existe actualmente (na maioria dos casos). O exemplo extremo deste tipo de estrutura é a Igreja Católica Romana (fig.1), ainda que quase todas as grandes igrejas acabem por seguir o mesmo modelo (fig.2) – que é a estrutura corporativa usada por quase todas as grandes empresas (fig.3). A igreja dos apóstolos é a igreja dos homens.

[veja as figuras 1, 2 e 3 acima, no texto em inglês]

Como pode ver-se, é uma estrutura de cima para baixo (em forma de candelabro) encabeçada por um líder, um líder humano posicionado no topo (fig.4), o qual manda (teoricamente, pelo menos) sobre toda a organização. É uma igreja que só pode crescer para baixo à custa de se tornar uma estrutra cada vez mais pesada (fig.5).

[veja as figuras 5 e 6 acima, no texto em inglês]

Podeis perguntar: mas não é biblicamente fundamentada? Bom, sim, é a igreja que Lucas descreve em Actos 6: 1-7;

1 Por esses dias, como o número de discípulos ia aumentando, houve queixas dos helenistas contra os hebreus, porque as suas viúvas eram esquecidas no serviço diário. 2 Os Doze convocaram, então, a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém deixarmos a palavra de Deus, para servirmos às mesas. 3 Irmãos, é melhor procurardes entre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria; confiar-lhes-emos essa tarefa. 4 Quanto a nós, entregar-nos-emos assiduamente à oração e ao serviço da Palavra.»
5 A proposta agradou a toda a assembleia e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócuro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6 Foram apresentados aos Apóstolos que, depois de orarem, lhes impuseram as mãos.
7 A palavra de Deus ia-se espalhando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém, e grande número de sacerdotes obedeciam à Fé.

(Aqui um parêntese. Se continuarmos a ler por Actos 6 e 7 leremos a história do martírio de Estêvão, tido como o primeiro da história da igreja de Cristo. A questão que deve colocar-se é: Poderá existir uma ligação entre estes acontecimentos? E o que dizer da declaração dos Doze: “«Não convém deixarmos a palavra de Deus, para servirmos às mesas. …”? Não é cheia de arrogância? Não estavam os apóstolos a apropriar-se da Palavra? Como já referi antes, não tenho intenção de iniciar uma discussão teológica; estou apenas a levantar (o que me parecem ser) questões importantes. Porque as questões relevantes são o caminho para o entendimento, e o entendimento é a condição para o conhecimento verdadeiro.)

A igreja de Jesus Cristo

A igreja de Jesus é uma organização não-hierárquica (democrática), em forma de árvore, que deveriamos ter (e raramente temos). O próprio Jesus descreve muito claramente a sua igreja em…

Este texto despertou o vosso interesse? Gostariam de saber mais? Convidem-me para o apresentar na vossa reunião (grupo,  comunidade, congregação, conferência, simpósio, …). Para encontrar o meu endereço de email basta clicar no meu perfil (em cima, à direita), sob o título “O Itinerante Jardineiro”.

 Notes/Notas: The text above is copyrighted. I am grateful to my translator friend Emma for revising it./ O texto acima está sob direito de autor. Estou muito grato à minha amiga tradutora Emma pelo seu trabalho de revisão.

Establishing a Christian community – The parable of the wooden floor.

Perdoem-me os meus leitores portugueses mas este texto tinha que ser escrito originalmente em inglês e eu estou com pouco tempo agora para o traduzir. A tradução ficará dependente de haver pedidos para isso nos comentários. (Para vos compensar, a 1.ª imagem aí mais abaixo tem um linque para 1 notícia acerca da mais extraordinária comunidade cristã que conheço na actualidade – Mar Musa, na Síria.)

A Christian community is like a wooden floor. Once in a while the Lord, in the endless walk through His Infinite dominions, passes by the one that was once His most beautiful and cherished property, Terra, and decides to have a look. Not that He doesn’t know what is going on there or what to expect (just remember He is the head of the most perfect intelligence agency of the Universe – something literally out of this world – called Omniscience.) Even so He hopes to find, and knows He will find every time, some need for edification even in the middle of the constant practice of destruction.

He walks through the gardens lamenting every poisoned fountain and lake, every garbage dump, every overthrown woodland, … Finally He enters the house and sees, with indescribable sadness, the grease of greed covering the walls and the heavy dust of indifference as a thick carpet over the floor. Many rooms are pitch dark, its windows walled with the bricks of hate, and many corridors closed with the bars of Mar Musaintolerance. But, suddenly He passes by a well-lighted room, its windows and doors opened, and sees aligned in groups against the white-painted walls lots of wooden planks and joists. ‘The room is clearly asking for a soft, beautiful floor’ – He thinks.

The Lord then calls His Son, the Master carpenter, and asks Him to build that floor. The Son, whose greatest wish is to please the Father, immediately accepts the commission. First, He inspects carefully the planks and the joists one by one. He does this to decide what tools will be needed. He sees that some of the joists are fragile at some point, and they need to be cut, and that some of the planks are roughly sawed, and they need to be adjusted and planed. Carefully, He takes aside one plank which is seriously warped: He will cut it into small pieces to finish the floor along the walls (the Master does not reject any board, He just finds a way to use it). Subsequently, He goes to His tidy toolbox and takes the exact tools He needs for the work. (The tools are only useful in the Master’s hand.)

Then, He starts working slowly and gently as He knows the boards do not appreciate the sharp blades of the cutting tools, like the Word and the Truth, the long scraping and sanding of the abrasive tools, like Constant Love and Patient Service, or the holes caused by the drilling tools, like Justice and Forgiveness. When all the lumber is prepared, He starts making the base structure of the floor using the strong joists. Next, upon this foundation He joins the planks firmly side by side using the rabbets that He previously made on them, however not forgetting to leave between the boards a narrow but crucially important gap that prevents them of ruining the floor by pushing or pressing each other. Finally, He ends the work by polishing carefully the surface of the floor until it shows a soft glow.

The Son and Master carpenter can now call His Father and Lord of the house. And the Lord comes quickly and stands greatly pleased on the splendid wooden floor that His own Son built.

Note: This text has been revised and corrected on September 21, 2013 thanks to the collaboration of David Fisher, to whom I am grateful.

Jesus Carpenter 2