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Publicidade enganosa da Vodafone.

Tenho aberto à minha frente o catálogo publicitário “shop – guia de telemóveis, tarifários e novidades”, número 53 – Janeiro 2013, da Vodafone, numa página com o título “Banda Larga Móvel”. (Indico o título porque as páginas não estão numeradas.)

Um dos serviços (também referidos como “planos” ou tarifários”) anunciados na página tem o subtítulo “Best Net – utilização regular e intensiva” e refere imediatamente a seguir tratar-se de, transcrevo, “pós-pagos sempre com o mesmo valor de factura e sem limite de tráfego ou de tempo“. (Sem qualquer chamada ou ligação para outro texto ou anotação.)

No entanto, indo ler uma espécie de notas em letras muito pequeninas na base da página encontra-se o seguinte: “A Vodafone reserva o direito de aplicar medidas restritivas à utilização do Serviço de Banda Larga Móvel (…) no que reporta ao volume de utilização, a Vodafone reserva o direito de , após verificado um consumo acumulado de 15 Gigabytes no respectivo período de facturação mensal, reduzir temporariamente e até ao final desse período a velocidade de serviço disponível ao Cliente.”

Clique para ver maior(es as letras pequeninas)

Clique para poder ler as letras pequeninas

A empresa anuncia um serviço “sem limites” que depois – em letras pequeninas – afirma ser limitado ao “consumo … de 15 Gigabytes no … período de facturação”. Esta publicidade viola claramente o preceituado no artigo 10.º (Princípio da veracidade) do Código da Publicidade, caindo no âmbito do artigo 11.º (Publicidade enganosa) do mesmo Código, designadamente nas condições descritas no n.º1 do artigo 7.º (Acções enganosas) do Decreto-Lei n.º 57/2008.

Assim, este cidadão (e consumidor) reserva-se o direito de, no prazo de 5 dias a contar da presente data, levar este ilícito ao conhecimento da ANACOM – Autoridade Nacional de Telecomunicações, da DGC – Direcção Geral do Consumidor e da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor.

Conduzir os desempregados a desesperados ou o Estado enquanto pessoa de mal.

Na sanha institucional para iludir os números do desemprego em Portugal os funcionários dos Centros de (des)Emprego e (de)Formação Profissional continuam a aconselhar(!), insistentemente, os beneficiários do subsídio de desemprego a receberem o respectivo montante por inteiro, como financiamento(?) de um qualquer negócio(?) que as vítimas, digo, os desempregados pensem poder criar.

Isto tem um duplo “efeito positivo” nos números das estatísticas oficiais, apregoáveis pelos organismos do Estado e pelo governo: diminui o número de desempregados inscritos e aumenta o número de pedidos de constituição de empresas(!) em nome individual.

Mas, num momento em que muitos dos negócios já instalados vêm as suas listas de clientes a diminuir e não conseguem manter-se em actividade, o que acontece realmente é que mais de metade destes empresários(?) instantâneos e impreparados não conseguem singrar.

Isto tem um duplo efeito negativo na vida destas pessoas, com repercussões violentas em todo o seu grupo familiar: voltam a ficar em situação de desemprego mas agora sem direito a receber qualquer subsídio e, muito pior, quase sempre com dívidas pesadas resultantes da falência das suas actividades.*

Fomentar o desespero é cruel,  desumano e perigosamente estúpido.

Nota: Manter as actuais chefias, escolhidas pelo anterior governo, na Segurança Social, na Administração Fiscal e no Ministério Público é uma opção suicidária por parte deste governo – como a seu tempo se irá constatar.

*Os exemplos são inúmeros, nem é preciso procurar; só no limitado âmbito dos meus conhecimentos são já uma dezena de casos.

Qual é o verdadeiro Património imaterial de um povo?

A memória da reconquista da sua independência, há 3 séculos atrás?

Restaurar a Restauração da Independência
01 Dezembro 2011 (Maior TV)

A história dos feriados: do mais antigo ao mais recente
27 Novembro 2011, (Lusa/DN Portugal)

Ou um tipo de cançoneta popularizada em ambientes de tasca e alterne há menos de 1 século, a que chamaram Fado?

Fado: Câmara de Lisboa congratula-se pelo reconhecimento da UNESCO
30 de Novembro de 2011 (Diário Digital)

Quanto mais fazem tudo por dinheiro, mais pobre fica o país: este é um paradoxo que vendilhões sem escrúpulos jamais entenderão.

Quanto às consequências práticas da aprovação, Rui Vieira Nery sublinha a “curiosidade acrescida”. “É natural que haja ainda mais convites a artistas para actuarem no estrangeiro, bem como mais gente a vir a Portugal para frequentar casas de fados e para comprar discos.” (cf. aqui)

Qual será o legado patrimonial que a História virá a atribuir a esta geração de gananciosos, famintos de dinheiro e de protagonismo?

Exercícios de demagogia do(s) poder(es) socialista(s).

Manipulado alienado

1. Antecipar a abertura da época balnear em 15 dias ou mais.

2. Ampliar para 2 meses as Festas de Lisboa… com cantiguinhas na boca e amor no coração.

As ansiosas questões que forçosamente se lhes põem:

– Será isto suficiente para alienar e enganar os parvos o povinho?

– Chegará para os manter entretidos?

– Mais circo compensará menos pão?

“Mais alunos, mais sucesso”?

A demagogia galopante do PM e da Dona Lurdes.

 

1º tempo: a demagogia

 

“«Mais alunos e mais sucesso»

2007/10/30 | 13:40 || Hugo Beleza

Resultados 2006/07 do Ensino Secundário são «históricos», diz ministra da Educação que se queixa de um orçamento quase dedicado a pagar salários. Sócrates afirmou que «solução não é pôr dinheiro em cima dos problemas» e que não há memória de tanto ter mudado na Educação.

Insucesso escolar diminuiu para 25%…” [leia o resto]

 

 

2º tempo: a resposta

 

“COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Henrique Raimundo Silva

2007-10-30 15:03

o sucesso do laxismo

Parece-me que este sucesso, se deve ao baixar da fasquia da exigência, e, ao deixar de haver chumbos por faltas, até vai acabar o analfabetismo em Portugal, continuando a baixar a despesa ao mesmo tempo com a educação.

Miguel Pais

2007-10-30 14:56

Tudo falso. É o resultado do facilitismo.

Todos temos a consciência que estes resultados são falsos, nem os dirigentes do Ministério são competentes, nem os professores estão motivados, nem os pais estão interessados. Estes resultados aparecem por um abaixamento de exigência e for um facilitismo que melhora estatísticas e nunca o pais.

O facilitismo resulta do modelo em que Sócrates “fez” a sua “licenciatura”, sem estudar, nem por lá os pés.

As facilidades não ajudam ninguém, nem os próprios, pois se todos conseguem o mesmo sem esforço, quando procuram emprego nada os distingue, …, talvez uma cunha!!! Que é os sistema antigo.

Pensávamos que se pretendia encontrar os melhores.

ASSIM NÃO VAMOS A LADO NENHUM.

…” [leia o resto]

 

 

3º tempo: a demonstração

 

É preciso ser muito pouco inteligente para pensar que se podem enganar os outros indefinidamente. É preciso ser muito ignorante para não conhecer a famosa frase do 16º presidente dos Estados Unidos (no tempo em que os EU ainda tinham presidentes inteligentes), Abraham Lincoln: “You can fool some of the people all of the time, and all of the people some of the time, but you can not fool all of the people all of the time.” (Vocês podem enganar algumas pessoas o tempo todo, e todas as pessoas durante algum tempo, mas não conseguirão enganar toda a gente sempre.)

 

 

4º tempo: a conclusão

 

Os portugueses começam a perceber que têm estado a ser enganados, vigarizados e explorados por incompetentes mal-intencionados. Finalmente! A credulidade e a paciência deste povo mereciam uma condecoração – deixo aqui esta singela sugestão ao PR.

 

“Salmo 36 (35) A JUSTIÇA E A GRAÇA

Salmo individual de súplica. Compõe-se de uma parte sapiencial (1-5), onde se medita sobre a maneira como a maldade domina o homem mau e se instala no seu coração, e uma outra (6-12) em que o salmista exprime a sua fé em Deus como forma de vencer o mal.

1Ao director do coro. Do servo do SENHOR. De David.
2O ímpio tem a lei do pecado no coração.

Para ele não há temor de Deus.
3Ilude-se a si próprio,

para não descobrir nem odiar o seu pecado.
4As palavras da sua boca são falsas e mentirosas,

deixou de ser honesto e de fazer o bem.
5No seu leito maquina a iniquidade;

anda pelo mau caminho
e não quer renunciar ao mal.
13Eis como caem por terra os malfeitores,

abatidos, para não mais se levantarem.”