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Identificado o agente patogénico causador da doença do país.

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Vírus infectante da Economia portuguesa
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Foi finalmente identificado o agente patogénico causador da grave doença degenerativa da Economia portuguesa e da infecção endógena social, galopante, que lhe está associada. Trata-se do vírus J1S2 (josechulatinina, 1º tipo, socraparasitidase, 2º tipo). O J1S2 está bastante disseminado entre a população roseopartidária e é facilmente transmitido dentro dessa população. A transmissão para fora dessa população é relativamente difícil. Os casos conhecidos resultaram todos da ocorrência de um fenómeno cíclico do tipo parvoeleitoral que põe em contacto íntimo todas as populações existentes no ecossistema com a referida população roseopartidária.
Nota: Está bastante adiantada a pesquisa que visa identificar a variante do vírus que infectou a Economia espanhola. A variante foi previamente designada pela sigla J1Z1.
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A revisão constitucional e a ditadura da estupidez.(3)

(em conclusão do iniciado aqui e continuado aqui)

2. A questão da substituição da declaração “tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito” por “não podendo, em caso algum, o acesso ser recusado por insuficiência de meios económicos” na redacção da alínea a), do n.º2 do artigo 64.º (Saúde), quanto ao direito de protecção da saúde.

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Estava em preparação este texto quando foi dada a notícia de que o PSD de PPC abandonava o projecto de revisão constitucional. Foi de pouca dura esta fonte de verdadeira discussão política com alguma profundidade neste país, única desde há muito.

Já questionava a seriedade de intenções de quem promove coisa tão efémera quando se me deparou esta chamada de atenção do José Manuel Fernandes, no Blasfémias, para um artigo do jornal i intitulado Peso das despesas com saúde em Portugal é o mais alto da UE. Depois do furioso rasgar das vestes que originou  no partido socialista a proposta mudança de redacção no constitucional artigo SNS morte64.º acima enunciada, os dados referidos na peça jornalística mostraram, com toda a clareza, que esta não é, não foi nem nunca pretendeu ser uma discussão séria.

Dito de outra forma, é apenas mais um faz-de-conta: a gente vai continuar a fazer de conta que tudo está bem por cá. Assim de repente, sem saber como, veio-me à memória a letra de uma velhinha canção festivaleira (1974, salvo erro) do José Cid intitulada No dia em que o Rei fez anos.

Quando ainda pensava que isto era uma discussão séria pretendia mencionar-vos o facto que qualquer definição num texto constitucional, por limitada que possa ser, é sempre preferível a qualquer indefinição, por grande que possa parecer. Cogitava também mostrar-vos o que refere a Constituição do país onde experimentei a melhor, mais rápida e mais eficiente protecção gratuita na doença, de entre os poucos (vita brevis) onde permaneci o tempo suficiente para poder fazer tal afirmação: a Suíça. Em apenas dois artigos, quatro parágrafos e duas alíneas:

Art. 41º
1 A Confederação e os cantões empenham-se, de forma complementar à responsabilidade individual e à iniciativa privada, para que:
a. todos disponham de segurança social;
b. todos recebam a assistência necessária para sua saúde;

Art. 117º Seguro contra doença e acidentes
1 A Confederação prescreve disposições sobre o seguro contra doença e acidentes.
2 Pode declarar obrigatório, em geral ou para determinados grupos da população, o seguro contra doença e acidentes.

Como repararam, a palavra ‘gratuito’ não consta de nenhum dos artigos transcritos. Mas, a assistência médica é (ou era, à data em que pude experimentá-la apesar de estrangeiro residente), de facto, gratuita, excepto para uma ou duas especialidades bem definidas (na altura, a medicina dentária não era gratuita).

Como é que tal é possível? Para perceber basta ler os artigos 111.º 112.º e 113.º, respeitantes ao cumulativo sistema de segurança social suíço, os quais não transcrevo aqui dada a sua extensão.
(se está mesmo interessado pode ler aqui (em google docs) ou descarregar daqui (em pdf) o texto em português da Constituição Federal Suíça)

É que os suíços, ao contrário dos portugueses, não exigem que o Estado “tome conta” deles. Eles preferem tomar conta de si mesmos – como faz qualquer adulto responsável e livre – e ainda fazem questão de escrever isso na sua própria Constituição:

Art. 6º Responsabilidade individual e colectiva
Toda a pessoa é responsável por si mesma e contribui, conforme a sua capacidade, para a consecução das tarefas no Estado e na sociedade.

Dir-vos-ia isto, e mais ainda, se achasse que valia a pena; se os portugueses quisessem levar a sério, como gente crescida, a discussão sobre o seu próprio futuro, em liberdade e com responsabilidade. Enfim, coisas parvas que me passam pela cabeça…

Os socialistas ibéricos estão profundamente doentes,

psíquica e espiritualmente.Caim e Abel

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A junta da província espanhola da Extremadura decidiu promover uma campanha para promover a masturbação. Os responsáveis políticos da região decidiram incentivar uma sexualidade saudável entre os adolescentes através do encorajamento da prática sexual solitária. O slogan “O prazer está nas tuas mãos” dá o mote à campanha no valor de 14 mil euros e que passa por cartazes, folhetos, internet e workshops.

Uma vez que esta campanha se dirige a menores e afecta questões de índole moral, muitos pais consideram que há uma intromissão no papel de educador.

No entanto, a região vizinha da Andaluzia já mostrou interesse em copiar o programa. Quem sabe um dia destes não chega também a Portugal…

(Governo da Extremadura incentiva masturbação, Mafalda Anjos, 12 de Nov de 2009, Expresso)

O cumprimento dos tempos está muito mais próximo do que alguma vez poderia imaginar-se nos mais ousados pensamentos.

Escreve, pois, as coisas que vês, as que estão a acontecer e as que vão acontecer, depois destas. (Ap. 1)

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. (Ap. 2 e 3)

 

Apelo do pai de 1 menina com a doença de Stargardt,

também chamada degeneração macular juvenil.

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Exmo(a). Senhor(a),

Vivo nos arredores de Lisboa e sou pai de uma menina, agora com 7 anos, que é portadora da doença de TARGARDT (degeneração da mácula), o que faz com que perca a visão central), doença que é actualmente incurável, mesmo no estrangeiro. Como não é fácil obter informações a nível nacional, resta-me a Internet para adquirir um conhecimento mais profundo que me ajude a lidar com esta doença, pois mesmo em Lisboa a única ajuda que me foi facultada foi de uma associação (mais concretamente a Associação de Retinopatias de Portugal), associação essa que também padece do problema de falta de apoio, pois é uma entidade privada.

 

O grande objectivo deste mail é tentar arranjar maneira de contactar pessoalmente, familiares ou amigos dessas pessoas que sofram da mesma ou semelhante doença, para fazer um rastreio, com um único pensamento: – Difundir e trocar informações acerca desta doença.

POR FAVOR divulguem este mail pelos vossos contactos e se tiverem conhecimento pessoal de um caso semelhante, agradecia que me contactassem:

mail to: rgoncalves@creditoagricola.pt

MUITO E MUITO OBRIGADO
Rui Gonçalves

Sobre esta doença:

O que é degeneração macular?
Degeneração macular é a lesão da mácula do olho. A mácula é a região central da retina onde temos a melhor qualidade de visão. Sempre que queremos olhar para alguma coisa, nós utilizamos a mácula. …
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Olho - anatomia

Doença de Stargardt
A doença de Stargardt, ou “
fundus flavimaculatus”, tem sido vastamente relatada como uma doença genética recessiva autosomatica associada a degeneração macular juvenil que causa perda de visão progressiva, embora várias estirpes predominantes têm sido relatadas. É a degenerescência macular juvenil hereditária mais comum. …
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