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Lições da directora do FMI sobre o dever moral* de pagar impostos.

Crise na Grécia – Christine Lagarde: os pais das crianças gregas “têm de pagar os seus impostos”
26.05.2012, PÚBLICO

Exonération d’impôts pour le salaire annuel de 380 989 euros de Christine Lagarde au FMI
06 Juillet 2011, Infomedia, TOUT SUR LES IMPOTS
(Tradução do título: Isenção de impostos sobre o salário anual de 381 mil euros de Chistine Lagarde no FMI)

*dos pobres, obviamente (clique na imagem).

Nota: Ficamos a saber também que ao abrigo da Convenção sobre os Privilégios e Imunidades das Nações Unidas, de 1946, os socialistas António Guterres (Alto Comissário da ONU para os Refugiados) e Jorge Sampaio (Alto Representante da ONU para o Diálogo das Civilizações) também estão isentos de impostos sobre os respectivos proventos, cujos montantes exactos não foi possível apurar mesmo após busca aturada. O de Guterres não será certamente inferior ao do seu antecessor Ruud Lubbers (167 mil dólares anuais, entre 2001 e 2005); o montante total auferido por Sampaio é mais difícil de determinar, mas segundo as tabelas salariais para os altos cargos da ONU em 2012 (ficheiro Excel 41Kb) o salário base situar-se-á entre os 170 e os 190 mil dólares anuais, ao qual deverá ser acrescentada uma quantia significativa (que não pudemos apurar) para viagens e outras despesas.

Nota2: As notícias acima lincadas foram encontradas via Aventar, nesta e nesta entradas, respectivamente.

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Estas nossas ‘recuperações’ colocaram-nos no ponto em que nos encontramos.

Sócrates e Santos - Demagogia
Portugal
Aumento de 1% em cadeia; 1,7% em termos homólogos. Segundo o INE à custa da Procura Interna e da Procura Externa Nota: o INE também diz, sem quantificar, que a Procura Interna foi “mais intensa”, pesou mais do que a Procura Externa.
Não repararam!
Alemanha
cresceu 1,6% em termos homólogos; 0,2% em cadeia. A sustentação do crescimento foram as exportações e o investimento de capital. Que compensaram a debilidade do consumo, construção e importações.
Não repararam!
É preciso dizer mais? Digo:
estas nossas – conforme as conveniências do momento – “recuperações”, “capacidade de resistência”, “vitalidade”, etc… colocaram-nos no ponto em que nos encontramos. Os crescimentos daqueles com que nos comparam – Eslováquia, Estados Unidos, Alemanha,… – no sítio onde estão. Entre o ponto em que estão e aquele em que nós estamos, em qual deles queria estar?
Agora há que preparar o resto: o 2º semestre e segs. Então:
uma machadada no rendimento por via do IVA, mais uma machadada no investimento privado por via do aumento dos impostos,… Bem! aguardemos para saber em concreto onde vai o Estado, o governo, fazer a lipoaspiração.

(Há males para que não há remédio. E gente que não se cura. No Pleitos, Apostilas e Comentários, hoje)

OCDE confirma recorde de desemprego em Portugal
(no DN, ontem)

Portugal apresenta pior nível salarial dentro da Zona Euro
(no JN, hoje)

Número de falências aumentou 7 por cento no primeiro trimestre
(no Público, hoje)