Tag Archives: desigualdade

Pig’s breakfast.

Ministra da Justiça defende corte de salários para evitar despedimentos
Nuno Rodrigues, 05 Set, 2013 (RTP, em Artigos & Notícias)
Em entrevista à TVI 24, Paula Teixeira da Cruz aconselhou mesmo os sindicatos a negociarem reduções salariais para que fiquem protegidos postos de trabalho e, deu como exemplo a seguir em Portugal, o que foi feito na Alemanha nos anos 90. …

Hidden by glowing stats, Germany’s poor struggle
By Frank Jordans | Associated Press – Sep 13, 2013

But many economists say the reforms — begun by Merkel’s center-left predecessor — have also pushed down real wages and put hundreds of thousands precariously close to the poverty line. …
Since Merkel came to power in 2005, the number of people considered in poverty or on its borderline has grown by about 400,000 to 12 million, according to the Federal Statistics Office. …
[Ocultados por estatísticas brilhantes, os pobres da Alemanha lutam

Mas muitos economistas dizem que as reformas – iniciadas pelo predecessor centro-esquerda de Merkel – fizeram baixar os salários reais e puseram centenas de milhares de pessoas à beira da pobreza. …
Desde que Merkel chegou ao poder, em 2005, o número de pessoas consideradas em situação de pobreza ou no seu limiar aumentou de 400 mil para 12 milhões, de acordo com o Instituto Federal de Estatísticas alemão. …]

Comissão Europeia gastou oito milhões de euros em festas e jactos privados
22 Agosto 2013 (jornal Q)
Enquanto exige aos países da zona euro mais austeridade para reduzir o défice, a Comissão Europeia (CE) não tem refreado os seus próprios gastos. De acordo com uma investigação jornalística, os comissários europeus gastaram cerca de oito milhões de euros em jactos privados, festas e férias luxuosas.

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Lições da directora do FMI sobre o dever moral* de pagar impostos.

Crise na Grécia – Christine Lagarde: os pais das crianças gregas “têm de pagar os seus impostos”
26.05.2012, PÚBLICO

Exonération d’impôts pour le salaire annuel de 380 989 euros de Christine Lagarde au FMI
06 Juillet 2011, Infomedia, TOUT SUR LES IMPOTS
(Tradução do título: Isenção de impostos sobre o salário anual de 381 mil euros de Chistine Lagarde no FMI)

*dos pobres, obviamente (clique na imagem).

Nota: Ficamos a saber também que ao abrigo da Convenção sobre os Privilégios e Imunidades das Nações Unidas, de 1946, os socialistas António Guterres (Alto Comissário da ONU para os Refugiados) e Jorge Sampaio (Alto Representante da ONU para o Diálogo das Civilizações) também estão isentos de impostos sobre os respectivos proventos, cujos montantes exactos não foi possível apurar mesmo após busca aturada. O de Guterres não será certamente inferior ao do seu antecessor Ruud Lubbers (167 mil dólares anuais, entre 2001 e 2005); o montante total auferido por Sampaio é mais difícil de determinar, mas segundo as tabelas salariais para os altos cargos da ONU em 2012 (ficheiro Excel 41Kb) o salário base situar-se-á entre os 170 e os 190 mil dólares anuais, ao qual deverá ser acrescentada uma quantia significativa (que não pudemos apurar) para viagens e outras despesas.

Nota2: As notícias acima lincadas foram encontradas via Aventar, nesta e nesta entradas, respectivamente.

Indispensável para a recuperação económica nacional.

Socialismo (a agressão do)… um imposto não deve ser um instrumento de poder, exercido de forma a condicionar as escolhas dos cidadãos. O seu objectivo não é o de forçar as pessoas a viverem de acordo com o que os detentores do poder consideram importante. Os impostos não devem coagir comportamentos, forçar decisões, nem dirigir escolhas. Servem para financiar a actividade essencial do Estado, condicionando o menos possível a economia, a livre escolha dos cidadãos. …
… Colocar a função de um imposto nos termos certos, impede qualquer solução abusiva sobre a esfera privada dos contribuintes. …

Em Portugal quanto mais se trabalha e se ganha, mais papéis se preenchem e entregam. O tempo gasto nas repartições, o dinheiro que se paga a profissionais que o sabem fazer são formas escamoteadas de onerar quem tem sucesso. Tal só se evita com simplicidade fiscal. Menos burocracia. É indispensável que o PSD apresente também um programa sério e sustentado de simplicidade fiscal. Com um sistema mais simples e justo, são mais os que pagam dos que os que fogem, há mais receitas, mas menos esforço para quem cumpre. Enfrentar o PS e o seu dogma socialista nesta matéria não pode ficar de fora na discussão que ainda agora começou.

Para que servem os impostos?
André Abrantes Amaral, Setembro 13, 2010 n’O Insurgente

Portugal é um país cada vez mais desigual.

Desigualdades sociais

Segundo os dados do Eurostat, estamos no fim da lista europeia em distribuição da riqueza. (…)
Mas além do fosso crescente entre ricos e pobres, é ainda mais triste verificar que existem dois milhões de portugueses sem acesso às mínimas condições de vida.
Esta realidade é paradoxal com o discurso igualitário de esquerda, que nos habituámos a ouvir desde 1974. Atrevo-me mesmo a dizer que estes números traduzem o maior fracasso da democracia portuguesa. Não basta votar para sermos democráticos. Uma democracia é muito mais do que isso. Implica que seja possível a ascensão social, através do trabalho e de mérito, independentemente do meio social de origem.
(…)
Segundo um novo estudo da OCDE (Intergenerationl Social Mobility: ‘a family affair’?) a mobilidade social em Portugal é muito baixa, uma das piores a nível europeu. O estudo mostra que o contexto económico e educacional da família de origem é o factor determinante para o sucesso futuro. Pais com educação superior tendem a ter filhos com educação superior. E com salários vinte vezes mais elevados do que os outros.
Ou seja: não só somos pobres como a pobreza, qual carga genética, tende a propagar-se de geração em geração. O que é profundamente injusto.
É neste contexto que devemos avaliar o PEC proposto pelo Governo. Ao contrário da mentira repetida por José Sócrates, vamos mesmo ter de pagar mais impostos. E trabalhar mais anos para receber menos benefícios sociais.
Ora depois de quase quinze anos de políticas socialistas, que ajudaram a construir uma sociedade com elevados níveis de pobreza, desigualdade e imobilismo, vale a pena perguntar: em nome de que sonho ou utopia são agora exigidos mais sacrifícios aos portugueses?

(Sacrifícios em nome de quê? 16/03/10, Paulo Lopes Marcelo, Económico)

Nota: Já no ano passado o Eurostat relatava o mesmo; vale a pena ler também este texto publicado no blogue Quintus em 20 de Maio de 2009.

Aprovação da legalização do casamento homossexual pela A. R., ontem:

– O que ficou a saber-se?
Ficou a saber-se que a Assembleia da República se está completamente nas tintas para a iniciativa, a vontade e o esforço de participação dos cidadãos deste país.
Ficou a saber-se que os actores da democracia dita representativa, os deputados, representam quase todos e quaisquer interesses – partidários, corporativos, das minorias, etc. – excepto os dos cidadãos que os elegeram.

– O que ficará a saber-se no futuro?
Ficará a saber-se, documentalmente, quem e quantos são os sodomitas e as lésbicas em Portugal, o que permitirá ao Estado e à sociedade proteger-se dos perigos que esta gente representa em termos de saúde pública.

 

Casamento gay - referendo

 

Foi ou não foi um exercício muito esclarecedor?

 

Finalmente, um delfim à altura para José Sousa,

mais conhecido por sócrates, e o assegurar do futuro (maquiavélico) para o ps*.

 

 

 

Neste tempo de dificuldades económicas, tensões sociais, desemprego, sobre-endividamento familiar e outras causas geradoras de desigualdade social, o novo líder da juventude socialista, Duarte Cordeiro, descobriu a maior, a mais horrível de todas as desigualdade nacionais: a impossibilidade legal do casamento homossexual.

 

[…] “Deparamos com uma das poucas desigualdades existentes na lei, impondo-se a alteração a vários níveis”, defendeu Duarte Cordeiro, acrescentando que “trata-se de uma imposição do princípio da igualdade” e da “felicidade de milhares. […] (Portugal Diário, «Casamento homossexual é imposição do princípio da igualdade», 20-07-2008)

 

Para quando a defesa de “formas matrimoniais” mais avançadas?

Casar com animais

 

[…] Contando com a presença do secretário-geral do PS, José Sócrates, na sessão de encerramento do congresso, Duarte Cordeiro afirmou que a JS estará ao lado do governo «contra o imobilismo e contra o conservadorismo da direita». […] (Destak, «Casamento homossexual é imposição do princípio da igualdade», 20-07-2008)

 

Da direita?

 

[…] Antes do discurso final de Duarte Cordeiro no Congresso Nacional da JS, o líder dos Socialistas Católicos, Cláudio Anaia, demarcou-se da defesa do casamento homossexual, considerando que se trata de uma proposta “aberrante“. […] (Público, Novo líder da JS defende que casamento homossexual é “uma imposição do princípio de igualdade”, 20-07-2008)

 

*pinto socialismo

 

Nota completamente à parte do restante texto e escrita só para experimentar a grafia do novo acordo ortográfico: Imbecilidade é, na psiquiatria, o grau intermediário da tríade oligofrênica, e os indivíduos portadores de imbecilidade são acompanhados de um certo grau de desenvolvimento intelectual que os permite um mínimo aprendizado. (Wikipedia, Imbecilidade)

 

A “justiça social” do actual governo socialista!

Com amigos destes os portugueses não precisam de inimigos.

“…O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje, no Parlamento, que a descida do IVA é mais justa socialmente do que uma redução do IRS, porque abrangerá o sector da população que tem mais fracos rendimentos. …” (Descer IVA é socialmente mais justo que IRS, diz Sócrates, Diário Digital, DD/Lusa, 28-03-2008)

Quando se pensa já ter ouvido (quase) tudo e que dificilmente alguma afirmação surpreenderá, aparece o sr. José Sousa, sinistro executor da coisa pública, a dizer uma nova barbaridade. Em que escola ou fonte terá este sr. colhido tal ideia? Terá havido algures no seu tortuoso percurso académico uma disciplina de “Economês” Técnico? Na doutrinação socialista (coisa que diz ser) não foi com certeza!

Como é possível alguém afirmar que uma descida de um imposto sobre o consumo é mais “justa socialmente” do que uma descida de um imposto sobre o trabalho? O que entenderá este sr. por justiça social?

Moderna justiça social...ista!

Tratando-se de uma afirmação feita relativamente a uma questão económica, transcreve-se de seguida a formulação económica do conceito, de molde a tornar evidente o logro da afirmação produzida:

“… (justiça social é) justa distribuição da renda (rendimento, remuneração) ou riqueza, de acordo com as necessidades e a capacidade das pessoas; aumento do nível de renda das massas; …”.

Nunca como antes foram tão significativas – especialmente na caracterização das intenções – as palavras da encíclica Rerum Novarum:

“… os erros que provocam o mal social, exclui o socialismo como remédio e expõe de modo preciso e actualizado a doutrina católica sobre o trabalho, o direito de propriedade, o princípio da colaboração em contraposição à luta de classes, sobre o direito dos mais fracos, sobre a dignidade dos pobres e as obrigações dos ricos, o direito de associação e o aperfeiçoamento da justiça pela caridade. …”.

“… Em 2007, a banca pagou menos 156 milhões de IRC, apesar de os lucros terem aumentado 9%. O aumento das provisões, o planeamento fiscal e as novas regras de contabilidade explicam a redução acentuada. …” (Bancos pagam menos 29% de impostos, Maria A. Barroso, Diário Económico, Edição Impressa – Finanças, 01-04-2008)

Disse “socialmente mais justo”? Diz-se “socialista”?

A palavra socialismo jamais voltará a significar o mesmo para os portugueses. Os verdadeiros socialistas, que ainda os haverá(?), permitem que este bando use a designação e o partido para as suas malfeitorias?

Com amigos destes o povo não precisa de inimigos.

Pensamentos do dia:

“And people wonder why politicians give themselves a bad name?” [E as pessoas perguntam-se porque darão os políticos má fama a si mesmos?] (Ian Dale’s Diary, Wednesday, January 09, 2008)

“Deixai-os: são cegos a conduzir outros cegos! Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão nalguma cova.»”. (Mateus 15, 14)

A pobreza envergonhada em Portugal…

é uma vergonha para os governantes deste país!

 

(actualizado em 18-10-2007)

 

Hoje de manhã, dia 5 de Outubro e feriado nacional comemorativo de uma (suposta) revolução libertária e igualitária para a nação, saí para tomar café com uma amiga de longa data.

Passeávamos um pouco, conversando, perto de um daqueles supermercados (ditos) de baixo preço, quando fomos envergonhadamente abordados por uma senhora de idade – mala e carteira abertas, vazias, nas mãos – que nos pediu baixinho: – os senhores… se calhar… não lhes seria muito pesado darem-me um euro, só um, para eu poder comprar um litro de leite… que eu não tenho… nada?

Eram genuínos o embaraço, a vergonha relutante em pedir; tanto como a angústia de nada ter para satisfazer a necessidade de comer. A minha amiga deu-lhe dois euros, um por cada um de nós. Mal agradeceu, a pobre senhora – certamente por não saber fazê-lo com aquele traquejo dos pedintes “profissionais” – e foi-se embora em silêncio e de cabeça baixa.

O meu coração ficou cheio de tristeza. Eu e a minha amiga ficámos a comentar que talvez lhe devêssemos ter dado mais… A nossa conversa anterior terminou sob o peso deste confronto com a dura realidade. Despedimo-nos.

Cheguei a casa, liguei o televisor (mais por hábito do que por interesse) e lá estavam eles: os senhores deste país, muito bem enfatuados e engravatados, com o seu ar importante, superior, sorridente o sr. José Sousa, mais sisudo o sr. Aníbal Silva – compreensivelmente, dada a perda recente do pai, que, apesar de tudo, tinha a provecta idade de 93 anos e , seguramente, nunca terá tido que pedir um euro por não ter que comer.

Foi então que senti a PROFUNDA REVOLTA que me trouxe a escrever este texto. Não é, contudo, a escrita que me consola: são estes particulares momentos que me fazem estar profundamente grato pela presença de Deus na minha vida. Procurei o consolo e a compreensão na Palavra de Vida:

Bem-aventuranças (Mt 5,1-12) – 20Erguendo os olhos para os discípulos, pôs-se a dizer:

«Felizes vós, os pobres,
porque vosso é o Reino de Deus.
21Felizes vós, os que agora tendes fome,
porque sereis saciados.
Felizes vós, os que agora chorais,
porque haveis de rir.
22Felizes sereis, quando os homens vos odiarem,
quando vos expulsarem,
vos insultarem
e rejeitarem o vosso nome como infame,
por causa do Filho do Homem.
23Alegrai-vos e exultai nesse dia,
pois a vossa recompensa será grande no Céu.
Era precisamente assim que os pais deles tratavam os profetas».

 

Imprecações

24«Mas ai de vós, os ricos,
porque recebestes a vossa consolação!
25Ai de vós, os que estais agora fartos,
porque haveis de ter fome!
Ai de vós, os que agora rides,
porque gemereis e chorareis!
26Ai de vós, quando todos disserem bem de vós!
Era precisamente assim que os pais deles tratavam os falsos profetas».”

 

 

Nota de actualização:

Os meus visitantes mais assíduos devem ter reparado que este post foi súbita e quase brutalmente modificado no passado dia 8 de Outubro, pouco tempo após ter sido escrito. Alguns ter-se-ão mesmo perguntado por que razão foi retirada a parte final da transcrição do evangelho de Lucas, aquela exactamente que falava de perdão. O que vou aqui descrever manteve-me em estado de perplexidade e incredulidade durante todo este tempo, mas é a verdade e não há volta a dar-lhe.

No referido dia 8 de Outubro o Senhor meu Deus ordenou-me, de forma clara, peremptória, inequívoca e até dolorosa que apagasse deste post a já referida transcrição do texto de Lucas (cap. 6, vers. 27 a 38), nos seguintes termos: “Não te autorizo a usar aqui a palavra de perdão”. Obedeci, não por ser um modelo de obediência, mas porque a pressão era insuportável.

Obedeci mas não percebi. Parecia um contra-senso. Perguntava insistentemente: “Mas afinal não é esta a grande lição do cristianismo – ser capaz de perdoar mesmo aqueles que são nossos inimigos?”. O Senhor demorou algum tempo a responder ou, mais provavelmente, eu demorei algum tempo até conseguir ouvir a resposta. Ei-la: “Não és tu que perdoas os pecados. Sou Eu. É a Minha Palavra, não a tua. E Eu te proíbo de usares a Minha Palavra de perdão nesta circunstância”.

Tudo isto que aqui escrevo vai ser completamente ignorado pelos tais senhores importantes, que vão continuar a exibir a sua grande importância, inebriados pelo poder e alheios ao sofrimento dos pobres e humildes. Para mim e para todos os meus irmãos em Cristo o significado deste decreto é terrível. Mas, como todos os espertos deste mundo sabem, os cristãos são tolos…

Sabedoria do mundo e loucura da cruz – 17 Na verdade, Cristo não me enviou a baptizar, mas a pregar o Evangelho, e sem recorrer à sabedoria da linguagem, para não esvaziar da sua eficácia a cruz de Cristo.

18 A linguagem da cruz é certamente loucura para os que se perdem mas, para os que se salvam, para nós, é força de Deus. 19 Pois está escrito:
Destruirei a sabedoria dos sábios
e rejeitarei a inteligência dos inteligentes.

20 Onde está o sábio? Onde está o letrado? Onde está o investigador deste mundo? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?

21 Pois, já que o mundo, por meio da sua sabedoria, não reconheceu a Deus na sabedoria divina, aprouve a Deus salvar os que crêem, pela loucura da pregação.

22 Enquanto os judeus pedem sinais e os gregos andam em busca da sabedoria, 23 nós pregamos um Messias crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios. 24 Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo é poder e sabedoria de Deus.

25 Portanto, o que é tido como loucura de Deus, é mais sábio que os homens, e o que é tido como fraqueza de Deus, é mais forte que os homens.

26 Considerai, pois, irmãos, a vossa vocação: humanamente falando, não há entre vós muitos sábios, nem muitos poderosos, nem muitos nobres.

27 Mas o que há de louco no mundo é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que há de fraco no mundo é que Deus escolheu para confundir o que é forte.

28 O que o mundo considera vil e desprezível é que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa.

29 Assim, ninguém se pode vangloriar diante de Deus. 30 É por Ele que vós estais em Cristo Jesus, que se tornou para nós sabedoria que vem de Deus, justiça, santificação e redenção, 31 a fim de que, como diz a Escritura, aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”