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Lições da directora do FMI sobre o dever moral* de pagar impostos.

Crise na Grécia – Christine Lagarde: os pais das crianças gregas “têm de pagar os seus impostos”
26.05.2012, PÚBLICO

Exonération d’impôts pour le salaire annuel de 380 989 euros de Christine Lagarde au FMI
06 Juillet 2011, Infomedia, TOUT SUR LES IMPOTS
(Tradução do título: Isenção de impostos sobre o salário anual de 381 mil euros de Chistine Lagarde no FMI)

*dos pobres, obviamente (clique na imagem).

Nota: Ficamos a saber também que ao abrigo da Convenção sobre os Privilégios e Imunidades das Nações Unidas, de 1946, os socialistas António Guterres (Alto Comissário da ONU para os Refugiados) e Jorge Sampaio (Alto Representante da ONU para o Diálogo das Civilizações) também estão isentos de impostos sobre os respectivos proventos, cujos montantes exactos não foi possível apurar mesmo após busca aturada. O de Guterres não será certamente inferior ao do seu antecessor Ruud Lubbers (167 mil dólares anuais, entre 2001 e 2005); o montante total auferido por Sampaio é mais difícil de determinar, mas segundo as tabelas salariais para os altos cargos da ONU em 2012 (ficheiro Excel 41Kb) o salário base situar-se-á entre os 170 e os 190 mil dólares anuais, ao qual deverá ser acrescentada uma quantia significativa (que não pudemos apurar) para viagens e outras despesas.

Nota2: As notícias acima lincadas foram encontradas via Aventar, nesta e nesta entradas, respectivamente.

À destruição segue-se a desolação.

O meu amigo David vem aqui, em comentário ao meu postal anterior, dizer que acha dever dar-me os parabéns. Parabéns…
Caro David,
Saiba que o mundo material, visível aos olhos do corpo (mas só quando há luz), está suportado pelo mundo espiritual. Esta afirmação não é fruto de crença ou ignorância mas, pelo contrário, baseia-se no corpo de conhecimentos sobre a estrutura e composição da matéria tal como é entendida actualmente pela Física. A Fé não é uma escolha de ignorantes – ao contrário do crêem os verdadeiros ignorantes. A Fé “é o firme fundamento das coisas que se esperam e uma demonstração das que não se vêem” (Hebreus 11, 1). Uma definição que poderia aplicar-se aos processos de teorização/investigação em Ciência…
Creio que todas as pessoas têm capacidade para “ver” o mundo espiritual que refiro mas a ideologia racionalista dominante há mais de um século força-as (força-nos) a acreditar que tal não é possível ou, pior, que é fruto de algum desequilíbrio psíquico. Por isso o Homem actual recusa-se a ver esse mundo espiritual que o rodeia, isto é, a permitir que o seu cérebro processe as imagens desse mundo. Porém, quando alguém de profunda racionalidade começa a estudar, de boa-fé e sem preconceitos ou reserva mental, os ensinamentos de Jesus Cristo, começa também, a pouco e pouco, a ter que alargar os seus limites da compreensão do mundo. E, ao fim de algum tempo, começa a “ver” esse mundo espiritual – que afinal esteve sempre presente. Cuidado, porém: não são “visões” espiritistas ou fantasmagóricas como aquelas que querem vender os vigaristas que fazem negócio com a crendice de tantos. A verdadeira “visão” do mundo espiritual não pode ser directamente descrita. É por essa razão que Jesus Cristo é obrigado a usar parábolas para descrever, indirectamente, aquilo que designa como Reino de Deus.
As imagens que ponho aí em baixo são, portanto, meras alegorias visuais do estado do Portugal espiritual durante e a seguir à dominação dos governos de Sócrates. Elas servem apenas para que possa ser melhor entendida a “destruição” e a “desolação” (ou “devastação”) espiritual do país.
Como pode ver/perceber, caro David, dificilmente poderemos estar de parabéns.
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Destruição
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Desolação
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As imagens acima, intituladas Destruição e Desolação, são reproduções das últimas duas pinturas a óleo de uma série de cinco – denominada O percurso do Império – da autoria do pintor norte-americano do sé. XIX Thomas Cole.

2 notícias 2, a seco, sobre o desemprego em Portugal.

The Take - filme documentário 2004Seguidas de uma grande resposta do movimento “Protesto da Geração à Rasca” dada ao programa de propaganda do governo na RTP1 a que chamaram Prós e Contras em novilíngua socialista.

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Eurostat divulgou valor de Janeiro
Desemprego em Portugal com novo recorde de 11,2 por cento

01.03.2011, por Paulo Miguel Madeira, no Público

Medidas do Governo com impacto nos desempregados
Anulações de subsídio de desemprego disparam com aplicação de novas regras

01.03.2011, por Raquel Martins, no Público

Resposta ao convite do programa Prós e Contras – RTP
Publicado em 28/02/2011, por Geração Enrascada, no blogue Protesto da Geração à Rasca

O que faltará ainda suceder para que os 70% de cidadãos portugueses explorados pelos 30% de acomodados socialistas reajam?

Cavaco diz-se o ‘homem de esperança’.

Fonix Speech
… Sobre o Orçamento do Estado, Cavaco Silva diz:
“Tenho esperança que o orçamento seja aprovado. Eu sou homem de esperança. Só posso ter esperança que os partidos percorram um caminho de aproximação …

(Cavaco Silva ao Expresso: “Tenho esperança que o orçamento seja aprovado”, Luísa Meireles, 22 de Outubro de 2010)
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De esperança… em quê?

A recessão já aí está, a depressão virá.

Os sinais são bem claros e só não os vê quem não quer vê-los.

 

Desespero, desemprego

clique na imagem para ver a sua origem

 

Basta estar atento às notícias:

Investimento imobiliário nacional caiu 46% em 2008, diz a JLL
(OJE, 10/03/2009)

 

Impresa perdeu 26,9 milhões
(OJE, 13/03/2009)

 

Montepio com lucro a cair 44,9%
(OJE, 13/03/2009)

 

BCE admite deflação em meados do ano
(OJE, 13/03/2009, Álvaro Mendonça)

 

Alemanha irá contrair 3,7% este ano
(OJE, 13/03/2009)

Ou ler com atenção quem sabe e faz trabalho de análise económica:

Economia : Ao fim de 4 anos de governo de Sócrates, o desemprego atinge 574,2 mil portugueses e apenas 262,3 mil recebem subsídio de desemprego
(O Rio, 20/02/2009, Eugénio Rosa)

Mas já nem é preciso ler: basta estar atento ao que vai acontecendo a amigos e conhecidos um pouco por toda a parte. Assim:

 

O meu amigo L (chamemos-lhe assim) é um engenheiro informático com 50 anos de idade que trabalhava há muitos anos numa empresa multinacional de tele-comunicações. Digo trabalhava porque foi agora “convidado” a sair – estranho eufemismo para designar um despedimento. Conheço-o e sei que é um profissional competente. Aliás, a empresa investiu neste homem centenas de horas de formação e louvou-lhe o desempenho por várias vezes. No seu lugar fica uma estagiária…

Para poupar(?) nos vencimentos, este empregador deita fora o enorme investimento que fez nos seus melhores trabalhadores e todo o seu capital de experiência e saber fazer.

Quando uma grande empresa multinacional toma decisões tão estúpidas “por causa da crise”, então não resta a menor dúvida quanto ao que irá acontecer à Economia em Portugal e na generalidade dos países da Europa: entrará numa inevitável depressão, como aliás já de há muito se previa aqui, aqui e aqui.

 

Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões. (Bertrand Russel)

 

Não há causa maior que a da Vida.

A palavra natal (do latim natalis) significa precisamente nascer.

Nascer

O Natal é a celebração do nascimento de um menino que viria a chamar-se Jesus. Um nascimento improvável, quase impossível… A mãe, Maria, engravidou fora do casamento – razão que hoje facilmente se invoca para justificar o aborto. Na hora de nascer, o único lugar possível era um estábulo, na companhia dos animais. O Homem que mudou o mundo e a História teria agora, à luz dos modernos “princípios humanitários”, muita dificuldade em nascer assim – pelo menos sem a intervenção sobrenatural do Seu divino Pai.

Neste Natal vamos lutar para que fazer um aborto não seja um facto sem importância, equiparável a ir ao dentista extrair um dente, por exemplo.

A petição seguinte precisa da sua assinatura para poder ser levada ao Parlamento. (clique na imagem)

Pela Vida

Por favor, assine-a já hoje e ajude na sua divulgação conforme puder.

Haverá, certamente, 4000 boas almas que querem participar nesta causa.

 

Vamos fazer de 2009 o ano da luta pela Vida.

Sem o direito de viver, nada faz sentido. De que serviria tudo o que foi construído, todo o humano esforço, todo o saber e todo o avanço civilizacional, se não pudéssemos sequer ter podido nascer?

Usem-se os argumentos que se usarem, façam-se as leis que se fizerem, matar um ser indefeso e dependente de nós é, foi e será sempre uma crueldade. Autorizar a morte dos bebés em gestação através de uma lei não passa da ampliação, a uma escala nunca vista, do decreto de Herodes para a matança dos inocentes há 2000 anos atrás.