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Sobre a importância de estar presente na manifestação de hoje, 26 de Janeiro.

Ainda que o momento (o timing, como é fino dizer agora) seja (e é!) péssimo e a Fenprof esteja (que está!) a politizar a manifestação (o que faz com que muitos imediatamente desejem afastar-se) é muito importante estar hoje presente no Marquês de Pombal às 3 horas da tarde para a manifestação em defesa da Escola Pública. Que quem me lê fique a saber que a luta pela Escola Pública não é dos professores, mas de todos aqueles cujos filhos se verão brevemente impossibiltados de continuar a estudar por incapacidade financeira. (veja também este artigo anterior)

Manifestação de 26 de Janeiro de 2013 - pela Escola Pública

… Don’t miss this: Engaging fellowship in the Spirit is the primary object of every measure we take against human government. How hard is it to realize a fundamental element in government’s campaign to rule all things is isolating each of us from the other? In isolation we are powerless to resist forced conglomeration. By taking a competing path to unity, we form a ‘de facto’ alternative government. The primary nature of our rebellion is counteracting that shift of power from the local to the central authority.
In political theory, it is widely recognized the definition of government is a monopoly of violent force. Every government is merely a conspiracy of folks seizing power over others, whether by actual violence or only threatening it. While a strong civil culture helps, at the bottom of every ruling power is the threat of force. When any entity, external or internal, threatens that power by exercising a competing violent force, that entity becomes a de facto government of sorts. It need not seek immediately the total control exercised by the official government, only a measure of control over certain elements of the circumstances. It’s competing for control, nothing more. … (transcrito daqui, subtítulo Weapons versus Weapons)*

*Se alguém precisar do texto acima traduzido basta solicitar na caixa de comentários e eu o traduzirei.

Money: Uma homenagem singela…

… mas muito sentida, ao novo “menino de oiro” português ou, talvez melhor, “menino das luvitas de oiro”: José Socrates Pinto de Sousa.

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Caso Freeport
Autoridades inglesas consideram Sócrates suspeito e querem ver contas bancárias do primeiro-ministro
28.01.2009 – 19h22 Sérgio B. Gomes, São José Almeida, Romana Borja-Santos
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Os portugueses estão seguros que, perante tão grave acusação, o primeiro-ministro, que afinal «é um homem sério», vai imediatamente autorizar o acesso às suas contas bancárias, sem esperar que a tal possa vir a ser obrigado por ordem judicial.
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Isto não é grave… é gravíssimo!

“… Segundo fonte do Ministério Público (MP) ligada à área cível, “o poder político está a ter acesso ao teor das declarações dos arguidos em processos crime, sem autorização da CNPD”. …” (InVerbis, Base de dados da justiça à margem da lei, 19-Set-2008)

Costa da justiça

“… O novo sistema informático Citius permite o acesso em tempo real do poder político a todos os processos judiciais, mesmo os que estão sob segredo de justiça, permitindo mesmo introduzir alterações nos despachos de um juiz ou nas acusações de um advogado. …
Os juízes assinalam ainda que qualquer pessoa desta direcção-geral ou do ministério tem o chamado acesso de escrita, ou seja, o poder de alterar uma decisão de um juiz ou uma acusação elaborada por um procurador, sendo para isso apenas preciso aceder ao sistema com uma password de administrador. …”
(TSF, Juízes dizem que poder político tem acesso a processos mesmo em segredo de justiça, 29-Jan-2009)

 

Contra o Fim do Ensino Especializado da Música em Portugal

“Já se suspeitava, mas agora é público: o Ministério da Educação quer mesmo acabar com a Escola de Música do Conservatório Nacional.”

 

Se bem entendi o lacónico e-mail enviado pelo Álvaro Teixeira, autor do bogue Crítica de Música, é solicitada a participação deste blogue, Um Jardim no Deserto, na presente luta contra mais um atentado do Governo e do seu Ministério da Educação ao Ensino e à Cultura em Portugal. No caso presente, impedindo o acesso das classes economicamente mais desfavorecidas ao ensino da música.

É com todo o prazer que este blogue oferece a sua mais que modesta contribuição à divulgação da Vossa causa.

1º. Transcrição da denúncia e dos apelos de Eurico Carrapatoso e Luís Cardoso:

“… O Governo actual de José Sócrates visa implementar medidas com efeitos imediatos (já no próximo ano lectivo) que determinam claramente o seu naufrágio, na medida em que uma grande escola com cerca 900 alunos e uma espectacular pulsão vital (alunos no regime de iniciações, integrado e supletivo) fica imediata e irremediavelmente reduzida a uma escola insignificante com cerca de 50 alunos (apenas aqueles que estão no regime integrado). Acordai! Eurico Carrapatoso”

“Quinta-feira, Fevereiro 07, 2008
QUEREM ACABAR COM O CONSERVATÓRIO NACIONAL
Já se suspeitava, mas agora é público: o Ministério da Educação quer mesmo acabar com a Escola de Música do Conservatório Nacional.
Se depender do Governo, a instituição de quase 180 anos, que já nos deu Maria João Pires, Bernardo Sassetti e tantos outros, tem os dias contados.

Já não se trata de destruí-la devagarinho, como até aqui – deixando-a cair aos bocados, com o órgão do século 18 a deteriorar-se ou o Salão Nobre quase a ruir sobre a plateia. Desta vez, a Ministra quer fazer o serviço de uma só vez. Com três golpes tão rápidos e certeiros que, espera ela, ninguém vai sequer perceber o que se passa.

No dia 11 de Fevereiro, o Conservatório será visitado pela comissão nomeada pelo Ministério para aplicar estes 3 golpes ao ensino da música. Querem fazê-lo à boa moda deste Ministério: rápida e discretamente, como um facto consumado.

Contamos consigo para recebê-los com música. E com muito barulho.

Segunda feira, dia 11 de Fevereiro, às 10 da manhã, junte-se ao Coro de Protestos do Conservatório Nacional. Se é músico, traga o seu instrumento. Se é pai de aluno, traga os seus filhos (sabemos que o dia é mau e a hora incómoda, mas ficar sem o Conservatório ainda seria pior). Se é um simples amante da música, traga a sua voz.

Vamos gritar tão afinados que até a Ministra, que faz o género surda, vai ter que ouvir.

Passe esta mensagem adiante. Dê um lamiré aos amigos, aos outros pais de alunos, àquele primo jornalista, aos colegas de orquestra ou da banda. E não falte. Vamos salvar enquanto é tempo a Escola de Música do Conservatório Nacional. Luís Cardoso”. (ler todo o post)

2º. Divulgação da Petição “Contra o Fim do Ensino Especializado da Música em Portugal” através de um “badge” apelativo e ilustrativo:

Destruir a música

 

Nota: Apelo à participação de todos os bloguers na divulgação desta petição através de um link. Usem esta pequena imagem, outra qualquer ou um texto; o importante é que não esqueçam do link. Obrigado.