The Bible’s Prehistory, Purpose and Political Future.

Curso: A Pré-história, o Propósito e o Futuro Político da Bíblia.

Certificate of Accomplishment - The Bible's Prehistory, Purpose & Political Future, Emory,  July 2014

(Tradução expedita do texto em inglês mais abaixo.)
There is no history of mankind, there are only many histories of all kinds of aspects of human life. And one of these is the history of political power. This is elevated into the history of the world. But this, I hold, is an offense against every decent conception of mankind. It is hardly better than to treat the history of embezzlement or of robbery or of poisoning as the history of mankind; for the history of power politics is nothing but the history of international crime and mass murder (…). This history is taught in schools, and many of the greatest criminals are presented as heroes. … A concrete history of man-kind, if there were any, would have to be the history of all men. It would have to be the history of all human hopes, struggles, and sufferings. For there is no one man more important than any other. Clearly, this concrete history cannot be written. We must make abstractions, we must neglect, select. But with this we arrive at the many histories; … (1)
Popper was a genius, and he clearly understood what should constitute an history of mankind: the history of all human hopes, struggles, and sufferings – and how it should be written: with this we arrive at the many histories. However, he could not see what Dr. Wright so clearly has shown now, that this history of mankind had actually already been written a long time ago on a book called The Bible.

Não existe uma história da humanidade, existem apenas muitas histórias sobre todo o tipo de aspectos da vida humana. E um delas é a história do poder político. Esta é elevada a história da humanidade. Mas isto, sustento, é uma ofensa para qualquer concepção decente de humanidade. É pouco melhor do que considerar a história da fraude, ou a do roubo ou a do envenenamento, como a história da humanidade; porque a história do poder político não é mais do que a história do crime e do assassínio em massa internacionais (…). Esta história é ensinada nas escolas e muitos dos maiores criminosos são nela apresentados como heróis. … Uma história concreta da humanidade, se alguma houvesse, teria que ser a história de todos os homens. Teria que ser a história de todas as esperanças, lutas e sofrimentos humanos. Pois não há nenhum homem mais importante do que qualquer outro. Claramente, esta história concreta não pode ser escrita. Temos que fazer abstracções, temos que neglicengiar e seleccionar. Mas, assim chegamos às muitas histórias; … (1)
Popper foi um génio e ele percebeu claramente o que deveria constituir uma história da humanidade: a história de todas as esperanças, lutas e sofrimentos humanos – e como deveria ser escrita: assim chegamos às muitas histórias. Contudo, ele não conseguiu ver aquilo que o Dr. Wright mostrou agora, que esta história da humanidade tinha já sido escrita há muito tempo num livro chamado A Bíblia.

(1) The Open Society and Its Enemies, vol. II – The High Tide of Prophecy: Hegel, Marx and the Aftermath, George Routledge & Sons editors, London, 1947 (p. 257).

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