Colonialismo, neocolonialismo ou colonialismo económico?

O paradigma da relação de Portugal com a Alemanha.

made in germany portuguese cork

“O colonialismo é um exercício de dominação que envolve a subjugação de um povo a outro. Uma das dificuldades em definir colonialismo é que é difícil de o distinguir de imperialismo. …”
(tradução imediata de um excerto da definição constante aqui)

“neocolonialismo – a dominação de um país pequeno ou fraco por um país grande ou forte sem assumir directamente o seu governo.”
(tradução imediata da última definição constante aqui)

“Dito de forma simples, o colonialismo económico é um colonialismo, mas apenas em termos de negócios ou Economia. (…) Tipicamente, os países poderosos investem capital em nações subdesenvolvidas e o retomam com lucro. … Normalmente, tais investimentos pelos países mais ricos têm condições, sendo um dos exemplos mais comuns dessas condições a venda de recursos públicos, como os serviços de abastecimento de águas, a empresas privadas. …”
(tradução imediata de um excerto do texto explicativo constante aqui)

3 responses to “Colonialismo, neocolonialismo ou colonialismo económico?

  1. José Pinto Ferreira de Carvalho

    À invasão dum território habitado chama-se colonização. Esta quase sempre se dá a partir dum país, sobre outro, sendo o país invasor mais fortalecido em número de invasores, de tecnologia bélica, de economia e psicologia, e contando que a estas quatro componentes estão subjacentes outros vectores de apoio capazes de, não só os sustentar, como de os tornar ainda mais dominadores sobre outro país em quase tudo mais fragilizado. O que invade deseja impor o seu domínio e anular as condições gerais – socio-culturais, económicas e muitas vezes religiosas.

    Embora o neocolonialismo seja historicamente a invasão de países mais fortes sobre países mais fracos, também é verdade que resulta da relação de desenvolvimento entre ambos. Daí me pareça mais adequado dizer que o neocolonialismo é a situação em que um país desenvolvido invade e se apodera doutro subdesenvolvido.

    Em ambos os casos estamos perante flagrante delito de Direito Internacional e como tal todas essas situações deviam ser punidas pelos Tribunais internacionais Independentes.

    Infelizmente alguns casos acabam por não o ser, dada a fraqueza das Nações Unidas perante os interesses imperiais dos Estados Unidos da América.

    Para que isto tenha vindo a acontecer ao longo dos tempo, muito contribui a inércia de outros países que por razões bem conhecidas de todos muitas vezes “fazem de conta” que não têm nada a ver com isso.

    E nós, todos nós, também não damos o nosso contributo activo, lutando para que o Direito se imponha. Para tudo isto que vai, infelizmente acontecendo, há uma explicação: no fundo, todos têm medo e nós também vivemos na noite do medo.
    José Carvalho, médico, psiquiatra

  2. Pingback: 133: Fabrics, Figures, Minerals, and more. | Almofate's Likes

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s