Dois textos de justa indignação sobre duas histórias reais.

Margarida Corrêa de Aguiar acerca do aprofundamento da brutalidade da injustiça fiscal:


O nosso emigrante foi triplamente castigado, teve que emigrar para trabalhar e ganhar o seu sustento e ajudar ao da família, teve que renunciar a uma vida familiar normal e como ainda não bastasse é onerado com um IMI 14 vezes superior ao que pagaria se tivesse optado por ser desempregado em Portugal.
Mas que Estado é este que quer combater regimes fiscais de países terceiros como o Uruguai maltratando os seus nacionaisemigrados. Que taxas confiscatórias são estas que visam uma subtração do património.

Maria João Marques a respeito da farisaica hipocrisia religiosa prevalecente na ICAR:

uma Igreja que se reúne em locais assépticos, que não vai de encontro ao mundo, que não se dá a conhecer, uma comunidade de puros que olha com desconfiança tudo o que é novidade pelo facto de ser novidade (…). Uma Igreja de fariseus, portanto. Uma Igreja que se envergonha – só pode! – de Jesus, que tudo fez para ir de encontro àqueles que mais dEle estavam afastados. E uma Igreja que não percebe que Deus está em toda a parte da Sua Criação, incluindo num centro comercial de arquitectura industrial.

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