Monthly Archives: January 2012

O frio letal do ‘aquecimento global’?

Vaga de frio prevista para esta semana
Temperaturas abaixo de zero em 14 capitais de distrito
Por: tvi24/PO | 30-1-2012

Winter cold snap kills 36 in eastern Europe
By JOVANA GEC, Associated Press – Jan 30
BELGRADE, Serbia (AP) — A severe and snowy cold snap across central and eastern Europe has left at least 36 people dead, cut off power to towns, and snarled traffic. …

foto original Ak-Bara, Minsk, 28-Jan-2012

Actualização (às 20:30 de 1/Fev.):
European cold snap death toll rises to 71
AP foreign, Wednesday February 1 2012 (The Guardian)

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Este é o milésimo post neste blogue desde 30 de Agosto de 2007*, estava-se então no auge da opressão do governo do José de má memória para tantos cujas vidas destruiu. Quase destruía o país também. O seu legado é isto que vivem agora os portugueses – e se verão obrigados a viver ainda por muito tempo.

Ében-Ézer (1 Samuel 7, 12). Até onde? Show me the place…

*Na verdade, havia pelo menos mais uma meia dúzia de artigos no 1.º blogue com este título, iniciado no alojamento da IOL cerca de 2 semanas antes mas que entretanto o alojador apagou.

O próximo porquinho a cair é…

Apesar do wishful thinking dos analistas e quejandos, a próxima Economia do sul europeu a colapsar não será Portugal, mas a Itália. E, o impacto será enorme.

Tal como já havia sido apontado aqui mas, como de costume, ninguém acredita.

Nota: A Economia portuguesa continuará a definhar lentamente ao longo de 2012, com os portugueses a deixarem-se esmifrar pelo fisco cada vez mais até que… ?

O preço de dizer a verdade?

Esta reportagem do jornalista Pedro Rosa Mendes terá resultado no seu despedimento, segundo se diz nalguns blogues.

A ser verdade, é gravíssimo. Mas, infelizmente, não será nada de admirar. Pois, como sabemos, desde há muito que os governantes  em Portugal não têm pejo em usar qualquer meio para se protegerem de uma verdade que os incomoda.

Actualização (às 19 horas):

É mesmo como se dizia, está confirmado. O jornalista Pedro Rosa Mendes foi mesmo “dispensado”, segundo ele mesmo,“… porque a administração da casa não tinha gostado da última crónica sobre a RTP e Angola” .

Pedro Rosa Mendes, como repórter de guerra, relatou todas as sensações por si vividas por terras africanas, nomeadamente em Angola e Moçambique. Numa viagem de costa a contra-costa, de mais de 10 000 quilómetros, o autor viu e assistiu a realidades novas e diferentes, ouviu histórias e conviveu com gentes em lugares de acesso praticamente proibido por causa de uma guerra sem tréguas, mesmo correndo o risco de “desaparecer sem deixar rasto”. Chocado com a realidade que lhe vai entrando pelos olhos dentro, Pedro Rosa Mendes diz sobre Angola (onde foi pela primeira vez em 1995) que o “surpreendeu o grau de destruição que é total e sobretudo o grau de destruição pessoal de cada indivíduo, do homem enquanto ser humano”.

Our Father.

Pai Nosso.

Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.»
«Rezai, pois, assim:
‘Pai nosso, que estás no Céu, santificado seja o teu nome, venha o teu Reino; faça-se a tua vontade, como no Céu, assim também na terra. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia; perdoa as nossas ofensas, como nós perdoámos a quem nos tem ofendido; e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Mal.’
Mateus 6: 7-13

Concurso Blogs do ano 2011 no Aventar.

O Aventar organiza pela primeira vez um concurso de blogs com o objectivo de promover e divulgar o que de mais interessante se faz na blogosfera portuguesa e de língua portuguesa. …

Há uns dias atrás um amigo comunicou-me por e-mail que gostaria de incluir aqui o Jardim no Deserto neste concurso, na categoria Diários de Bordo / diários íntimos e pessoais. Porquê? – perguntei-me. Não sou uma cara conhecida com um currículo famoso, como o Catroga, o amigo que me contactou não é chinês (que eu saiba)… E hoje o mistério ainda se adensou mais quando tive finalmente oportunidade de ir espreitar as votações e verifiquei que o Jardim no Deserto tinha sete votos. Porque se terão dado a este trabalho estas sete pessoas? – voltei a perguntar-me.

We are the free.

Nós somos os livres.

Com uma ligação ao Delito de Opinião: Não há paz sem liberdade, por Pedro Correia.

Poderá o pastel de nata enfrentar a bola de berlim na Economia global?

O Antero costuma ter graça, mas desta vez excedeu-se*.

Uma pergunta pertinente que não pode deixar de fazer-se ao sr. ministro do pastel, perdão, da economia: O pastel de bacalhau não produziria uma afirmação mais genuína e emblemática da “marca Portugal” (using your own words)?

* A si mesmo, claro. Cuidado Antero, que isso é capaz de estar sujeito a algum imposto especial.

Portugal é líder…

Em taxas, impostos, coimas e confiscos.

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Portugal é peso-pesado na fiscalidade ambiental europeia
Marisa Figueiredo, 2012-01-09, portal Ambiente Online

State made a record €250,000 a day on fines in 2011
7/1/2012, The Portugal News

Cobrança coerciva chegou a 1230 milhões de euros em 2011
Pedro Crisóstomo, 11.01.2012, Público

Esta Nação precisa de uma forte desparasitação… Urgentemente!

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Como eles estão quase, quase, iguais aos que os antecederam.

Ou, o laranja como uma variante do rosa com mais amarelo no vermelho.

1. Os almoços grátis (para alguns, à custa dos outros que não almoçam).

Carregar veículos eléctricos vai continuar a ser gratuito
Lúcia Duarte, 02/01/2012, portal Planetazul

2. Os brindes para a clientela (das berças e dos arredores).

Governo vai lançar em 2012 programa de estímulo à economia de base regional e local
19 de Dezembro de 2011, jornal Arquitecturas

3. E, do seio da própria república o benefício para os amigos grandes (do peito e da esperada generosidade futura).

Governo deve aprovar hoje benefícios fiscais para sete projectos de investimento
Celso  Filipe, 05 Janeiro 2012, jornal Negócios

Para ficarem mesmo, mesmo, iguais só falta o coelho assumir o grande general que há em si e conduzir definitivamente o seu povo para Water ship down (“navio água abaixo”).

Nota: Isto dito com a certeza de quem esperou 6 meses e 20 dias para o dizer.