Fazer um memorial às crianças mortas por aborto em Portugal.

Apelo à criação de um grande movimento cívico para que este Natal tão triste para tantos portugueses possa ser recordado como o da compaixão.

Há ideias que gostariamos terem sido nossas (filhas). Mas, não o sendo, podemos sempre adoptá-las. É o caso desta,

Deveria ser feito algo do género em Portugal, ou em alternativa uma parede em que fosse colocada uma estrela por cada criança morta de forma institucional!

tão poderosa e simultaneamente tão simples de levar à prática, aparecida num singelo comentário a este postal, também ele muito especial, publicado no blogue Corta-fitas pelo João Távora.

Bastará escolher uma parede exterior grande, que os mortos são muitos, assinalá-la com um título significativo para o memorial, estabelecer um plano de execução, pesquisar os números de bebés mortos em Portugal ao abrigo da lei do aborto  e começar a pintar estrelinhas – uma por cada bebé assassinado.

O Holocausto só se tornou verdadeiramente horrível e inaceitável aos olhos das nações após terem sido mostrados os números do genocídio. As atrocidades precisam de ser visíveis, lembradas, para que as pessoas assim confrontadas com elas em todo o tempo possam finalmente recusá-las sem hesitação.

É o que resta fazer aos homens de boa vontade perante esta maldade prepotente.

5 responses to “Fazer um memorial às crianças mortas por aborto em Portugal.

  1. Caro comentador dri,
    Não faço juízos de valor sobre o comentário que deixou neste post – claificando bem, contudo, que as suas opiniões são SUAS mesmo. Por outro lado, neste blogue pratica-se a tolerância democrática e, não contendo o seu texto explicitamente quaisquer termos ou expressões ofensivas, publiquei-o mas… não neste post, porque não tem nada que ver com o assunto aqui tratado e seria mesmo de mau gosto.
    O seu comentário foi publicado num post aí mais abaixo, um que fala sobre a necessidade de referendar qualquer nova alteração aos tratados da UE.
    Fique em paz (se quiser).

  2. Mil estrelas por cada estrelinha que alguém não deixou luzir! Nada há de mais importante, de mais sagrado, do que a Vida!

  3. Excelente ideia.
    Ontem o i dizia que 94% dos portugueses eram cristãos.
    Se assim é, como contemporizam com o aborto?
    Se assim não é: o aborto continua a ser uma forma de homicidio – o dos mais indefesos.

  4. Pois é, João.
    Devem ser os tais cristãos “não praticantes”, que são assim como os desportistas “não praticantes” ou os escritores “não praticantes”.
    E, também, os grandes defensores dos direitos humanos… deles mesmo.

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