As novas invasões bárbaras.

O novo governo da Grécia, liderado por um alemão:


O vice-presidente do Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Berd) e ex-diretor-geral da Comissão Europeia, Horst Reichenbach, será o líder do grupo de trabalho, criado por proposta do presidente do Executivo da UE, José Manuel Durão Barroso, e em consultas com o Conselho Europeu e o primeiro-ministro grego, Giorgos Papandreou.

(UE cria grupo de trabalho para prestar socorro técnico à Grécia, 20/07/2011, UOL Notícias – Economia)

Ah, mas Portugal é diferente da Grécia! É mesmo?


De acordo com os dados do departamento de gestão da risco de Crédito e Caución, foram registados 2.677 novos processos de falência no país entre Abril e Junho. Ou seja, mais 18 por cento do que no primeiro trimestre, mas mais 71 por cento do que em igual período do ano passado.

(Níveis de insolvência atingem recorde histórico, 02.08.2011, Público – Economia)

A ignorância da História faz com que os ignorantes, sejam eles indivíduos ou povos, voltem a cometer os mesmos erros do passado. Porque, tanto a cupidez, como a estupidez humanas em nada mudaram.


Por esta altura, os Germanos coexistiam pacificamente com o império: os utensílios e moedas encontrados em túmulos germanos provam a existência de relações comerciais entre as duas civilizações, principalmente nas regiões entre o Elba e o Mediterrâneo, ao longo do vale do Reno, e pelo Vístula e mar Negro.

As relações entre bárbaros e romanos não se limitavam, contudo, à esfera comercial e cultural … A sucessiva falta de mão-de-obra no campo obrigava o império a permitir a entrada destes povos, formando assim assentamentos caracterizados distintamente: os federados, ligados a Roma por um contrato, aos quais era permitida a preservação dos costumes, organização social e política, em troca da prestação de serviço militar. No decorrer do século IV, estes tratados de federação aumentavam substancialmente, na tentativa de vencer a crise que se aproximava.

A estrutura administrativa do Império Romano dependia fortemente dos tributos que impunha aos novos vencidos …

Na tentativa de contrapor a crise, foi organizado um pesado sistema de impostos …
(Excertos do artigo sobre as invasões bárbaras na Wikipedia)

Tanto jornalista, tanto especialista, tanto economista, tanto gestor, tanta luminária (de vidro fosco, certamente) e ainda não perceberam o que está a acontecer, o que nos estão a fazer?

Fiquem, então, atentos ao próximo artigo aqui no Jardim. A coisa é até muito simples, como verão. A questão é: quererão ver? Porque não há maior cego do que aquele que não quer ver – já lá diz o provérbio.

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