Providencial Estado que impede os portugueses de darem nomes incorrectos aos filhos.

Hoje, logo de manhã, dei com esta notícia e pensei: Ainda bem que o Registo Civil português tem uma lista dos nomes permitidos e não permitidos para os portugueses darem aos seus filhos. Doutro modo, um ignorante qualquer podia querer chamar ao seu filho Abedenego (proibido) em vez de Abdénago (permitido). Ou Adércio (proibido) em vez de Adério (permitido). Estes exemplos foram ambos tirados da primeira de… oitenta páginas cheias de idênticas nescidades.
Estupidez institucionalmente correcta.
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No entanto, há quem afirme com autoridade que esta Lei portuguesa sobre os nomes contraria a convenção internacional. Enfim, como de costume nada que impeça o omnipotente Estado português de continuar a proibir aos ignaros cidadãos as más escolhas na sua vida privada e familiar.

6 responses to “Providencial Estado que impede os portugueses de darem nomes incorrectos aos filhos.

  1. Eu hei-de ter a minha Vásti noutro país qualquer, que aqui tudo o que escapa a “Maria” é purivído, e eu tenho uns nomes jeitosos p’ós mês seis. Oh se tenho!

  2. Quero ter vinte netos, por isso tenho de dar uma mãozinha…

  3. por isso tenho de dar uma mãozinha…
    Nem me atrevo a comentar.
    Mas pergunto: E já tem nomes para esses netinhos todos? Olhe que deve prevenir-se com, pelo menos, dois nomes para cada um precavendo a possibilidade de ser menino ou menina.🙂

  4. Os pais deles que escolham os nomes, que eu não estou para educar os filhos dos outros.😛 Só tenho de escolher seis nomes, mas posso pensar em 12 se quiser.

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