Parece que o mundo está a mudar… outra vez.

Bolha1. A Banca portuguesa (e não só) afunda-se novamente em problemas.

Alegada burla que pode ascender a 80 milhões de euros com a conivência da administração do Banco motiva mega-operação da Polícia Judiciária que envolve buscas em vários locais e que já fez um detido. …
(Investigação BPN – Mega operação da PJ faz novas detenções, 26 Outubro ’10, RTP Notícias)

Hum! A propósito: Isto é capaz de afectar negativamente o negócio da venda do banco, não?

A Fitch cortou o rating do banco Montepio Geral de A- para BBB-, mantendo o rating do banco sob vigilância negativa, que indica uma revisão da nota dada ao banco, possivelmente para novo corte. …
(Fitch corta rating do Montepio de A- para BBB-, 21 de Outubro de 2010, Diário Digital)

Ops! A propósito: Como vai o negócio de aquisição do Finibanco?

A agência de notação financeira Fitch baixou, em dois níveis, a sua classificação de longo prazo para o espanhol Banco Popular e um nível na classificação de curto prazo. …
(Fitch corta “rating” do espanhol Banco Popular, Marta F. Reis/Lusa ,14 de Julho de 2010, jornal i)

Esta é notícia mais antiga, mas nem por isso menos actual. O Banco Popular espanhol – e o seu correspondente em Portugal – é o banco comercial (todos os outros são as chamadas Caixas de Crédito) mais afectado pela crise do imobiliário em Espanha – e também por cá (Banco Popular Portugal, SA é a nova designação do Banco Nacional de Crédito Imobiliário). A necessidade desesperada de (re)financiamento é bem patente na agressividade e nas super-condições das novas campanhas publicitárias, como a “PME Power” e a “Depósito Ouro” por exemplo. Quem vos avisa…

2. Os governos socialistas por essa Europa estão a cair ou já caíram.

Primeiro, foram os alemães que substituíram os sociais-democratas pelos liberais na coligação governativa.

A seguir, os ingleses trocaram o quase perpétuo governo trabalhista pela coligação de conservadores com liberais.

Agora, é o compañero Zapatero que, aqui mesmo ao lado, está à beira da despedida – ou de ser despedido – da governação.

Então, e o incrível primo-ministerial líder da lusa gente? Ainda não deu por nada? Terá ficado distraído após o idílico encontro com o seu grande amigo Chavez? Tantos assessores e ninguém o avisa para que ele venha fazer o seu discurso virtual-optimista?

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