A verdadeira revolução.

Livro: The Irresistible Revolution, S. ClairborneUma resposta pública(da) ao comentário do Diogo, do blogue Um Homem das Cidades, a este texto posto ontem aqui no Jardim.

Caro Diogo,
Como já deve ter percebido (porque seria difícil não o ter feito), sou cristão.
Não defendo a revolução pelas armas, mas antes pelo exercício da cidadania activa e pela resistência cívica passiva – ao modo provado como possível por Ghandi.
Em último caso, opto pela desobediência civil, mesmo sabendo que traz sempre represálias violentas da parte do(s) poder(es) – e, aqui invoco o exemplo de Mandela.
A História está cheia de banhos de sangue que só mudam os donos do poder. A verdadeira revolução muda a forma de pensar e agir dos povos.
Coragem e agressividade são duas coisas bem distintas. A coragem tende a ser construtiva, a agressividade é sempre destrutiva.
Termino com uma pergunta, somente: Gostaria de construir um país melhor ou pretende apenas destruir esta (péssima) liderança?

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