Monthly Archives: May 2010

Blessed Trinity / Santíssima Trindade

Holy, holy, holy! Lord God Almighty!
All thy works shall praise thy name, in earth and sky and sea.
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Holy, holy, holy! Merciful and mighty,
God in three persons, blessed Trinity!
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Rapto da liberdade, socialismo, falsa tolerância, e a morte de Sócrates:

poderão ter algo em comum?

Atena

A vitalidade e a grandeza duma civilização, qualquer que ela seja, medem-se pela sua intolerância. Intolerância ao homicídio, ao roubo, ao incesto, à corrupção, à cobardia, à mentira, à injustiça, etc, …

Houve civilizações que caíram às mãos de bárbaros. A nossa, desgraçada maior, está a finar-se às patas de macacos engravatados.

A Natureza da Civilização
Publicada por dragão em 5/01/2010
no blogue Dragoscópio

A estabilidade actual da República portuguesa.

Uma metáfora em imagem.

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Pintura de Sergey Ryzhov

Pintura de Sergey Ryzhov

O presente aumento dos impostos em Portugal não irá aumentar a receita fiscal.

Uma falácia que alguns economistas – e muitos que não o são – costumam usar para defender a redução de impostos é a da apresentação da curva de Laffer, como se ela fosse a representação de uma síntese de um qualquer conjunto de dados experimentais ou observações. Não é. Trata-se de uma representação teórica que tenta explicar a variabilidade ou elasticidade das receitas fiscais e pressupõe de forma simplista uma correspondência directa entre determinadas variações das taxas fiscais com a receita fiscal do Estado.

No entanto, o acima referido não significa de modo algum que a relação apresentada por Laffer é falsa ou que não pode verificar-se. É verdadeira, e verifica-se sempre que existirem as condições em que se baseia.

 

Laffer curve 1A demonstração da veracidade da curva de Laffer é simples nos seus pontos extremos:
1. Quando a taxa fiscal é zero por cento (0%), a receita fiscal será zero.
2. Em sociedades de cidadãos livres (não esclavagistas) quando a taxa fiscal for cem por cento (100%) a receita fiscal será novamente zero, pois ninguém trabalhará exclusivamente para pagar impostos.

Uma vez obtidos os extremos desta função e sendo os valores de taxa e receita variáveis, terá que existir uma linha de variação entre eles, tenha ela ou não a forma regular apresentada por Laffer. Está demonstrada a existência de uma curva dita de Laffer. Não está demonstrado que tenha a forma ou a variação contínua usualmente apresentada.

Se a relação de Laffer é verdadeira, como ficou demonstrado, mas não se pode inferir linearmente a sua variação, poderá quantificar-se a variação na receita fiscal que pode esperar-se quando se faz variar a taxa dos impostos? Não.
Para que serve então a relação de Laffer? Para fornecer uma noção teórica do que vai acontecer quando começa a ouvir-se* na conclusão de muitas conversas uma das frases seguintes: – “mas, eu não passo recibo” – ou – “mas, não passas recibo”.

Então… E o ministro da Finanças não sabe isto? Acredito que sabe. Será, aliás, exactamente por essa razão que o governo continua a reduzir pressurosamente os benefícios sociais. É que o governo também sabe, presumo, o que acontecerá quando for forçado a admitir que falhou completamente – que o aumento da carga fiscal sobre os portugueses se traduziu numa redução da receita fiscal e na necessidade de mais sacrifícios. É muito mais fácil tirar aos fracos e dependentes do que reduzir a despesa do Estado. E, mais cruel. E, mais cobarde também.

Se, aqueles a quem foram confiadas altas responsabilidades são incompetentes para resolver os problemas que elas lhes levantam, eles têm ser substituídos. Será que os portugueses não vão, mesmo assim, acordar e reagir? Será necessário ainda esperar que se fartem dos festivais de Verão e que a selecção volte derrotada da África do Sul?

*Já ouvi estas frases mais vezes nestas 2 últimas semanas do que nos 2 anos que as precederam.

The words I would say / As palavras que diria

Three in the morning and I’m still awake
So I picked up a pen and a page
And I started writing just what I’d say
If we were face to face
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Be strong in the Lord and never give up hope
You’re gonna do great things, I already know
God’s got His hand on You so don’t live life in fear
Forgive and forget but don’t forget why you’re here
Take your time and pray
And thank God for each day
His love will find a way
These are the words I would say.
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Ilustração do programa Prós & (só um) Contras de hoje

boçalmente intitulado “À Procura do Compromisso”.

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Contrato social

A demonstração da incapacidade de pôr em prática o mau código laboral imposto pelo governo socialista na anterior maioria legislativa.

A  demonstração da insustentável posição de compromisso da UGT com o poder socialista à custa da traição aos seus representados.

Selecção vaiada não parece ser um bom sinal.

Ronaldo irritado em treino de 23/05/2010

Confesso a minha profunda ignorância em matéria futebolística e respectivas manifestações mas, sinceramente, isto não parece augurar nada de bom em matéria de serenidade social:

Mundial 2010
Selecção irrita adeptos

24 de Maio de 2010, no Correio da Manhã

Nota: Podia ler-se a mesma notícia também aqui já ontem.

Pentecostes – o quinquagésimo dia.

Ticiano - A descida do Espírito Santo sobre os ApóstolosO Dom do Espírito Santo – Quando chegou o dia do Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar. De repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde eles se encontravam.
Viram então aparecer umas línguas, à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem.
Ora, residiam em Jerusalém judeus piedosos provenientes de todas as nações que há debaixo do céu. Ao ouvir aquele ruído, a multidão reuniu-se e ficou estupefacta, pois cada um os ouvia falar na sua própria língua.
Atónitos e maravilhados, diziam: «Mas esses que estão a falar não são todos galileus? Que se passa, então, para que cada um de nós os oiça falar na nossa língua materna?

Actos dos Apóstolos 2, 1-8

Sanctify (my day)

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Temos todos de mudar de vida,

avisam os banqueiros.

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Para o presidente executivo do Banco BPI, (…) “Os bancos estão a fazer um subsídio gigantesco às famílias” (…)
Carlos Santos Ferreira, presidente do Millennium bcp, (…) “Alguma coisa não está bem na vida de todos nós, algo é necessário alterar” (…)
Faria de Oliveira, presidente da Caixa Geral de Depósitos alertou para a necessidade de os portugueses “mudarem radicalmente de vida. O nosso nível de vida vai baixar. O momento é sério” (…)
O presidente do BES considerou (…) que o Banco Central Europeu demorou muito tempo a actuar, deixando “os especuladores à solta” (…)

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Sacrifício