A culpa é do(a) professor(a) de português,

que não se esforçou o suficiente para ensinar o jornalista – ou opinador, ou comentarista, ou seja lá o que for.

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O Daniel Oliveira escreve a seguinte “pérola” linguística, tanto no seu blogue do Expresso, como no seu blogue pessoal: “Porque se tratam, na realidade, de dois monopólios …”.

Por duas vezes fui à caixa de comentários do segundo blogue mencionado, intentando chamar-lhe a atenção para o erro. O Daniel não deve ter reparado (cof, cof) pois não publicou nenhum dos comentários e não emendou o erro.

O Daniel é lesto a criticar os políticos e outras figuras públicas que tentam esconder as suas faltas e faz questão de as expor. Logo, o Daniel certamente nada terá a opor a que exponha aqui, neste meu modesto espaço de escrita, a sua.

Como não sou professor de português não quero entrar em explicações gramaticais sobre a distinção e a utilização dos verbos transitivos, intransitivos, reflexivos e defectivos, mas deixo aqui um linque com um resumido esclarecimento sobre a questão.

Só espero ter sido útil ao Daniel. O meu único desejo é que ele venha a escrever melhor, para que a sua mensagem também passe melhor.

Print de 'post' de Daniel Oliveira no Arrastão - 9.3.10

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Nota de pé de página: Já agora, por mera curiosidade, alguém (que até pode ser o Daniel) quer ter a amabilidade de me explicar o que significa “monopólio natural”?

5 responses to “A culpa é do(a) professor(a) de português,

  1. Ó homem, não pergunte, não pergunte. Sabe porquê? porque 1 – não lhe respondem 2 – o que querem é falar 3 -“naturalmente” que o referido indivíduo (ou será o indivíduo referenciado)é um cretinóide.
    Abração
    David Oliveira

  2. Um verdadeiro “neo-barnabé”, no linguajar do Paulo Guinote, um homem “das esquerdas” mas culto.
    Pela sua resposta depreendo que, para si, “monopólio natural” não quer dizer absolutamente nada. É isso?

  3. Amigo
    o “natural” nesses termos é uma poia. Não existe. Se entemdermos que um monopólio pode “naturalmente” ser construído – tudo bem!; se entendermos que um monopólio é, sempre e por natureza, uma “construção” humana então naturalemnte, que nada tem de “natural” – é pura e simplesmente artificial. De um modo ou de outro é do que essa gente gosta – muitas palavras,são “naturalemnte” hiperbolicos para disfarçarem uma série de outras coisas sempre com a consciência de que a maralha fosta de verborreia – não sei o que o homem disse mas que falou bonito, falou!

    o que me “ofendeu” mesmo foi V. Exa. dizer que o “barnabé” é CULTO. Será?!!!
    Grande abraço
    David Oliveira

  4. Um verdadeiro “neo-barnabé”, no linguajar do Paulo Guinote, um homem “das esquerdas” mas culto.
    Caro David,
    A minha má escrita, apressada, levou-o a perceber coisa que eu não pretendia significar. A frase correcta será:
    Um verdadeiro “neo-barnabé” (o Daniel), dito no linguajar do Paulo Guinote, (esse sim) um “homem das esquerdas” ma(i)s culto.
    Desculpe a minha inadvertida “ofensa”. Mas, ainda bem que tive esta oportunidade, para demonstrar que eu, ao contrário dos “neo-barnabés” deste mundo, faço questão de admitir que errei e emendar na medida do possível. Coisa esta que sempre fiz, aliás, com os meus alunos, para grande indignação de alguns colegas que acham que admitir erro ou ignorância é desprestigiante.
    Desprestigiante é ser aldrabão, não acha?
    Obrigado. Abraço.
    .

  5. Sert aldrabão é desprestigiante!!! o Zé, meu amigo , por onde ten andado?!pergunte lá ao Socras e ao Santos se é?
    Abraço
    David Oliveira

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