Se (ainda) não confunde tolerância com cegueira

marque presença no próximo sábado, 20 de Fevereiro, pelas 15 horas, em Lisboa no Marquês de Pombal, na Manifestação pelo Casamento e pela Família.

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Porque é preciso mesmo ser cego para não ver o caminho que este governo quer impor aos cidadãos, em nome de uma falsa igualdade dos comportamentos desviantes de uma minoria com o comportamento saudável da maioria.

Para aqueles que se deixaram de alguma forma confundir, fica aqui em baixo uma demonstração muito visual desse perigoso caminho.

– Primeiro, o governo legaliza isto:

casamento gay marriage casamento lésbico lesbian marriage

– A seguir, não deixará de legalizar isto:

pre-orgia orgysado-masoquismo masochism

– E, um dia legalizará também isto:

Bestialidade sexual

 

3 responses to “Se (ainda) não confunde tolerância com cegueira

  1. Sim, e um dia também deixaremos de ser obtusos e vamos finalmente parar de privar as crianças do prazer sexual. Afinal, as crianças também sentem prazer sexual e nós, por causa dos tabus, não permitimos que se expressem sexualmente livremente. Aliás, o ideal será serem os pais, os tios, irmãos etc. a introduzir a criança neste mundo da sexualidade, estreitando assim os laços familiares; para provar todos os benefícios disto, basta observar certas comunidades de outros primatas, em que progenitores e membros mais velhos do clã estimulam sexualmente jovens crias.
    Ridículo hoje? Pois eu pergunto-me a que tipo de referendos irão os meus netos ter de responder…

  2. Acabei de dar uma palestra sobre o casamento…pena não ter lido isto antes…tava mesmo bem enquadrado no tema. Vivemos momentos de confusão e porque não dize-lo, aberração…é hora de separar o trigo do joio…se a sociedade vai por este caminho é preciso lembrar k nós somos a sociedade, nós podemos votar e dizer alguma coisa…

  3. Tudo isto é um absurdo – não só a tão propalada ‘união’ entre homossexuais (‘casamento’ quer dizer outra coisa), como as hipóteses de evolução desta tolerância, como ainda mais o comentário que está aqui acima (de humming)…
    Se é que eu percebi bem o que está escrito…
    Ora, uma coisa é estreitar os laços familiares.
    Outra coisa – diferente – é introduzir a criança no mundo da sexualidade.
    Outra coisa ainda – completamente diferente – é a prática do incesto. Independentemente de envolver os progenitores, ou os pais – também são coisas diferentes – ou todos!
    O exemplo que humming apresenta (confesso a minha ignorância – nunca ouvi falar! – e não sou propriamente leiga no assunto) não é a regra: será uma excepção relacionada com determinadas circunstâncias particulares, sejam elas ambientais, biológicas, fisiológicas, …
    Fora desse contexto, quaisquer conclusões ou ilações possíveis estão deturpadas e viciadas à partida.
    Por isso, fora desse contexto, quaisquer «benefícios» decorrentes dessa prática que advoga deixariam de o ser. Não vivemos na selva, nem na savana – nem queremos viver (digo eu)!
    Já agora, aproveito para fazer propaganda a um postal lá no meu sítio:
    Casamento Significa…
    http://aimagemdapaisagem.nireblog.com/post/2009/12/29/296-casamento-significa

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