A dívida externa portuguesa vai continuar a crescer 10% ao ano.

Em média.

Constancio sopra

Pensem numa grande família em que os gastos são superiores aos rendimentos há muitos anos. Essa é a imagem da nação portuguesa.

… Daqui a dois anos, diz o banco [de Portugal], a factura anual que Portugal terá de pagar ascenderá a praticamente 10 mil milhões de euros, um valor que poderá contribuir para limitar futuras tentativas dos agentes económicos nacionais de pedir mais crédito ao estrangeiro.
(Endividamento externo volta a bater recordes, 13.01.2010, Público)

Imaginem, agora, que os chefes dessa família só pensam em gastar ainda mais. Essa é a imagem do governo português.

O ministro das Finanças considera que o endividamento externo não é um problema central da economia portuguesa, mas antes um reflexo da fraca competitividade do país, que pode ser melhorada com uma aposta no investimento público. …
(“Investimento público é central” para combater problema do endividamento externo, Pedro Romano, 28 Janeiro 2010, Negócios)

O que deverá fazer cada um dos membros desta família dada como exemplo? Isto é o que cada português(a) tem que pensar muito a sério, mais cedo ou mais tarde – e, quanto mais tarde pior, acreditem.

Bote ao fundo

Internal deficits are sometimes blamed for external deficits, especially if both are chronic.

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