Pareto e a saída do pântano económico em Portugal. (1)

Dilema.Mais cedo ou mais tarde (e, quanto .mais tarde pior) algum governo – .quiçá, poderia até ser já o .próximo? – irá perceber a lição que .a História está fartinha de nos dar: .que o crescimento económico de .um país tão pequeno como .Portugal só pode fazer-se à custa .da ocupação de território mais .amplo.

.Mas, cuidado! A diáspora deixou de .ser solução, mesmo aquela que tem .sido tão incentivada pelo actual .governo socialista (espero que brevemente, apenas de má memória) para Angola.

Porquê Angola? É tão simples como isto: porque a nova emigração para a Europa – e quem diz Europa, poderia dizer Austrália, Nova Zelândia, ou qualquer outro país onde as condições existenciais sejam mais favoráveis que por cá  – já não envia para Portugal o seu aforro.

E, porque já não é solução a diáspora? Porque o país se colocou numa situação de dilema fatal: exporta os seus melhores e mais jovens efectivos populacionais para obter capital, mas precisa desesperadamente desses efectivos para construir o seu próprio futuro.

O que fazer, pois, perante este dilema?

(continua)

Nota: Até porque ainda nem sequer falei de Pareto, como terão reparado.

Este texto foi publicado também aqui.

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