Os efeitos perversos da exposição prolongada ao cor-de-rosa.

Esta é uma história verdadeira, lida há alguns anos numa publicação dos EUA sobre Psicologia.

 

Um dia, um responsável por uma cadeia de uma dada jurisdição local (county) nos Estados Unidos da América decidiu, experimentalmente, pintar algumas celas de cor-de-rosa e observar o efeito que isso teria sobre os detidos, pensando que isso pudesse ser calmante. E, de facto, na primeira hora e meia de encarceramento os detidos em ambientes cor-de-rosa pareceram mais calmos. Contudo, passado esse tempo, para grande surpresa dos observadores, os presos ficaram subitamente com sinais de grande agitação e agressividade que rapidamente passaram a agressões mútuas de enorme violência, as quais só terminariam após uma decidida intervenção dos guardas.

 

A experiência tornou-se conhecida e viria a ser repetida noutros lugares para confirmação dos resultados. Os psicólogos autores do artigo concluíram que este é o efeito da permanência prolongada em ambientes cor-de-rosa fechados ou confinados e recomendavam a não utilização desta cor neste tipo de circunstâncias.

 

Ora, isto é exactamente o que está a acontecer aos portugueses neste país dominado pelo cor-de-rosa em ambiente cada vez mais claustrofóbico. O aviso está feito e os sinais começam a ser bem visíveis.

 

Pink prison

 

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