A propósito das declarações de Marinho Pinto…

… sobre “a existência de corrupção no Estado

 

e das declarações de Paulo Morais sobre a “promiscuidade entre privados e Estado“.

A Voz do Povo mostra, dizendo que até “custa a acreditar“.

Para suportar estas notícias dizem as gentes que é preciso “ter estômago”. Prepare-se, pois, o dito:

Promiscuidade

4 responses to “A propósito das declarações de Marinho Pinto…

  1. A partir do momento em que Marinho Pinto afirmou que a investigação de Pedofilia na Casa Pia, foi orientada pela Polícia Judiciária para “decapitar o Partido Socialista”, afirmando também que se acusou e prendeu “impunemente pessoas que estavam inocentes”, perdeu a credibilidade para se manifestar imparcialmente, como deveria fazer tendo em conta o cargo que ocupa.
    Tal como um jumento, dá umas no cravo e outras na ferradura.

  2. Não há estômago que resista – isto é nojento!

  3. Percebo o que diz, cara Curiosa. Mas, a exemplo de Cassandra quando predizia a queda de Tróia, uma verdade pode ser impossível de aceitar e, no entanto, continua a ser verdade.
    Tente entender-me, por favor. Os crimes de abuso praticados sobre os alunos da Casa Pia não deixam de ser crimes graves, independentemente da razão e do móbil que levou à sua denúncia. God has sometimes mysterious ways of showing the truth.

  4. Caro Zé, entendo-o perfeitamente.
    A meu ver, Marinho Pinto, ocupando o cargo que ocupa, deverá fundamentar as declarações que faz. A corrupção está à vista, alguns processos existem, agora a forma como são conduzidos, e a legislação que dá as pinceladas da impunidade é outra história, como bastonário poderia focar isso, e fê-lo, assim como o fez sobre o Processo Casa Pia.
    Todavia, a sua postura é contraditória, e sendo ele advogado e bastonário, tem acesso e capacidade para se pronunciar sobre este processo (e muitos mais), que muitos de nós não têm. Em nenhum acórdão foi pronunciada a inocência dos investigados, e ele sabe-o bem. Se ele tem conhecimento de outros envolvidos, que denuncie.
    Ao pronunciar-se nos termos em que o fez, deu tiros nos próprios pés, e retirou a si mesmo parte da credibilidade que tinha.
    Pode ser que me engane (prefiro pensar que sim), mas vai no mesmo caminho que os seus ntecessores.

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